Apelo

Gustavo Krause e mais oito ex-ministros pedem ajuda de países europeus à Amazônia

No documento, enviado na última terça-feira, 26 de janeiro, os políticos relataram que a floresta sofreu um aumento do desmatamento.

Nove ex-ministros, entre eles, o ex-prefeito do Recife, Gustavo Krause, enviaram uma carta pedindo auxílio aos líderes da França, Alemanha e Noruega para proteger a floresta amazônica. No documento, enviado na última terça-feira, 26 de janeiro, os políticos relataram que a floresta sofreu um aumento do desmatamento e das queimadas florestais no ano de 2020.

Além de Gustavo Krause, o documento enviado contou com a assinatura de José Goldemberg, Rubens Ricupero, Izabella Teixeira, José Sarney Filho, José Carlos Carvalho, Marina Silva, Carlos Minc e Edson Duarte.

No pedido enviado, os ex-ministros incluiram insumos como oxigênio, equipamentos para instalação de UTIs, remédios e equipamentos de proteção individual.

“Sob a forma de doação de materiais, equipamentos e medicamentos vitais para assegurar a sobrevivência”, alegaram.

Gustavo Krause nasceu em Vitória de Santo Antão no dia 19 de junho de 1946. É formado em Direito e já foi minsitro da Fazenda do governo de Itamar Franco, ministro do Desenvolvimento Urbano e do Meio Ambiente do governo de Fernando Henrique Cardoso. Em Pernambuco, o político já foi governador do Estado e prefeito do Recife. Gustavo Krause é pai da parlamentar Priscila Krause.

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Posicionamento

O vice-presidente do Brasil, o General Hamilton Mourão, em entrevista à Rádio Bandeirantes, disse que “talvez alguns ministros sejam trocados” do Governo Federal. Na declaração, o vice-representante do Brasil também cita uma possível saída do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

Mourão disse que não tinha bola de cristal, mas afirmou que depois das eleições no Senado e na Câmara Federal, marcadas para o dia 1º de fevereiro, acontecerá uma reoganização do governo para que, segundo Hamilton, seja acomodada uma nova composição política.

“Não tenho bola de cristal, nem esse assunto foi discutido comigo. Mas em um futuro próximo, depois da eleição dos novos presidentes das duas Casas do Congresso poderá ocorrer uma reoganização do governo para que seja acomodada uma nova reoganização do governo para que seja acomodada uma nova composição política que emergir deste processo. Talvez com isso aí alguns minsitros sejam trocados, entre eles, o próprio Ministério das Relações Exteriores”, afirmou o vice-presidente.

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