Declaração

Eduardo Cunha culpa Temer, Maia e Baleia Rossi por impeachment de Dilma

No livro "Tchau, Querida", Cunha reúne suas principais memórias do período.

O Ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha culpa o ex-presidente do Brasil Michel Temer pelo impeachment da ex-chefe da nação Dilma Roussef. A declaração está disponível em um ivro que ainda será publicado. Segundo informações, o autor também aponta responsabilidade de Rodrigo Maia e do candidato à presidência da Câmara, o parlamentar Baleia Rossi, na ariculação do processo.

Eduardo Cunha diz que Temer foi o “militante mais importante e atuante” em todo o processo de afastamento de Dilma por causa das chamadas pedaladas fiscais. Sem sua atuação “não teria havido impeachment“, escreve.

Segundo o livro, Rodrigo Maia foi o principal “articulador” do processo. As reuniões mais importantes sobre o afastamento de Dilma teriam acontecido na casa de Maia, que, inclusive, queria ser relator do processo, segundo Cunha.

“Não tinha limites para sua ambição e vaidade”, afirma o emedebista

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“Todos esses detalhes, reuniões, jantares, articulações, conversas, a obtenção dos votos necessários para a abertura do processo de impeachment serão contados nesse livro, de forma minuciosa“, diz a introdução.

Baleia Rossi também teria participado ativamente na articulação do impeachment.

“O que se pretende com esse livro não é contar a história do final já conhecido, mas sim levar ao leitor todos os fatos que ocorreram para que se chegasse a esse resultado, com informações inéditas, relatados em ordem cronológica e análise das condições históricas que levaram a esse processo de impeachment“, escreve Cunha.

Com informações do Site Poder 360

Crítica

Em entrevista ao site ‘Tutaméia’, ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa defende a saída das Forças Armadas do governo. Diplomata apela à sensatez de oficiais do comando com quem conviveu: “Talvez alguns tivessem a ilusão de que poderiam tutelar o presidente. O Bolsonaro é intutelável”

Amorim lembrou de “pessoas sensatas” do comando das Forças Armadas com as quais conviveu quando foi ministro da Defesa. “Eram pessoas respeitosas da lei, pessoas que se interessavam pela defesa do país – estávamos debatendo acordos militares com a China e com a Rússia”, recordou.

“Fico muito espantado com essa visão diminuída do Brasil, do ponto de vista estratégico, de ser um quintal dos Estados Unidos, e todos esses desmandos na área governamental – na área de educação, na área ambiental, nas relações governamentais, em todos esses lugares é um desastre sem tamanho”, prosseguiu Amorim.

 

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