Saída

Luciano Huck deve deixar a Globo na metade de 2021 para disputar a eleição de 2022

A informação foi divulgada pela coluna Radar, da Revista VEJA. O candidato a vice-presidente será o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Para disputar a eleição presidencial do ano que vem, o apresentador Luciano Huck deve deixar a posição que ocupa na TV Globo. A informação é de que Huck saia da emissora na metade de 2021 para filiar-se ao Democratas (DEM).

O apresentador também já elegeu para se tornar o vice-presidente da chapa. De acordo com a coluna Radar, da Veja, o nome indicado para a vaga é o atual governador do Rio Grande Sul, Eduardo Leite. A TV Globo, em 2019, divulgou uma nota afirmado que Huck deve se demitir do cargo caso queira disputar o pleito de 2022. Independente do resultado da eleição, o apresentador não vai poder retornar à emissora carioca.

Possibilidade

O apresentador da Rede Globo, Luciano Huck indicou que poderá concorrer à Presidência da República nas Eleições de 2022. Após ser questionado se participaria do pleito, Huck respondeu: “estou aqui”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O apresentador participou da reunião do Cops (Conselho Político e Social) da Associação Comercial de São Paulo. O empresário destacou a importância de se assumir um papel de protagonismo no debate sobre transformações ambientais, econômicas e sociais.

Huck disse que está se colocando em cena em um momento delicado do país, apesar de afirmar que atualmente se considera como “cidadão comum”. Ele também declarou que tem “estômago para ouvir opiniões diversas” no debate público.

Ainda fugindo da pauta das eleições de 2022, onde poderá concorrer à presidência, o apresentador destacou que há pautas mais urgentes neste momento e instigou os mais jovens a ocuparem cargos na política.

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De acordo com Huck, essa convocação geracional pode levar a posições de decisão o que tem de melhor na sociedade.

“Só o Estado, que é gerido pela política, tem o poder exponencial de transformação. E a política é gerida pelos políticos”, declarou.

Na visão do empresário e apresentador, a falta de novas lideranças no país deve-se à demonização da política e à não harmonia entre os três Poderes.

O apresentador também criticou a escalada do desmatamento nos últimos anos e falta de importância depositada no combate às queimadas, problema latente na Amazônia e no Pantanal.

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