Encontro

Anvisa se reúne com laboratório responsável pela vacina Sputnik V

De acordo com a Agência, o grupo à frente da vacina russa ainda não entrou com o pedido de autorização emergencial.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reuniu na quinta-feira, 21 de janeiro, com representantes da União Química, laboratório brasileiro que participa do consórcio envolvido na produção da vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.Anvisa, Anvisa se reúne com laboratório responsável pela vacina Sputnik VAnvisa, Anvisa se reúne com laboratório responsável pela vacina Sputnik V

De acordo com a Agência, o grupo à frente da vacina russa ainda não entrou com o pedido de autorização emergencial. As organizações participantes do consórcio já divulgaram a intenção de entrar com a solicitação.

Mas, acrescenta a nota da Anvisa, o laboratório demonstrou interesse em apresentar a solicitação, o que colocaria a possibilidade real de uma terceira vacina ser oferecida no país. Atualmente a Anvisa já forneceu a autorização para uso emergencial para as vacinas da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz e do Instituto Butantan/Sinovac.

A Anvisa informou que a União Química também não apresentou novos documentos. No domingo,17 de janeiro, a agência havia recusado o envio de material do consórcio apontando a insuficiência do cumprimento de requisitos.

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O Fundo de Investimento Direto Russo, integrantes do consórcio da Sputnik V, emitiu nota na segunda-feira, 18 de janeiro, rebatendo as informações de que teria havido uma recusa e afirmando que se tratou apenas da solicitação de informações adicionais.

Uma nova reunião deverá ser marcada entre a Anvisa e os representantes da vacina russa para avançar na discussão sobre o pedido de autorização para uso em caráter emergencial no Brasil. Mas a agência não adiantou data.

Vacinas aprovadas pela Anvisa

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) concedeu no dia 17 de janeiro, autorização para uso emergencial da vacina de Oxford e da CoronaVac. São as primeiras vacinas contra a covid-19 aprovadas para uso no país.

A decisão foi tomada nos primeiros três votos, a favor, da diretoria, composta por cinco membros. Os votos foram da relatora Meiruze Freitas, de Romison Rodrigues e Alex Machado. Eles ressaltaram o contexto de urgência, gravidade e colapso em alguma regiões, prestaram solidariedade às vítimas e familiares da doença, sobretudo aos casos de Manaus, e argumentaram que os benefícios dos imunizantes superam os riscos.

Agência Brasil

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