Críticas

Bolsonaro sobre crise na Venezuela: “Comeram os cachorros e gatos todos”

O presidente brasileiro disse aceitar o oxigênio enviado pelo presidente venezuelano à Manaus, mas pediu que o ditador olhasse para o seu povo.

O presidente Jair Bolsonaro teceu duras críticas ao presidente venezuelano, Nicolas Maduro, após o ditador enviar galões de oxigênio para ajudar a crise sanitária em Manaus.

Bolsonaro disse aceitar as doações, mas criticou e estimulou o venezuelano a criar um auxílio emergencial para os venezuelanos. Local, que, segundo Bolsonaro, “o salário mínimo lá, não cobra meio quilo de arroz”.

“Não tem mais cachorros lá, porque será? Comeram os cachorros todos, comeram os gatos todos”, analisou o presidente brasileiro.

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O chefe do executivo brasileiro também criticou os defensores de Maduro que dizem ‘que ele (Maduro) quem um coração grande’. Bolsonaro respondeu que um “cara daquele tamanho, 200 quilos e quase dois metros de altura, o coração deve ser muito grande”.

“O pessoal parece que não enxerga, o que o povo passa, para onde querem o Brasil para o socialismo. Porque que sucatearam as Forças Armadas a longo de 20 anos? Porque nós Militares somos o último obstáculo para o socialismo”, explicou.

O presidente afirmou que “quem decide se um povo vai viver na democracia ou na ditadura são as suas Forças Armadas. Não tem ditadura onde as Forças Armadas não apoiam”, disse Bolsonaro no jardim do Palácio da Alvorada.

“Imaginem o Haddad no meu lugar. Como é que estariam as Forças Armadas e quem seria o ministro de Defesa?”, questionou.

Bolsonaro voltou a críticas o isolamento social.

“Se fecharam por seis meses o Brasil e não deu certo, porque continuar fechando? Vão matar a economia também? Sem economia, não tem vida, o IDH cai, problemas acontecem”, disse.

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