Levantamento

Aprovação do governo Bolsonaro cresce no Brasil e chega a 45%

Pesquisa ouviu mais 2 mil entrevistados em 544 cidades brasileiras.

Uma pesquisa revelou que o governo do presidente Bolsonaro tem uma aprovação de 45%.  O levantamento PoderData foi encerrado na última quarta-feira, 20 de janeiro e contou com mais 2 mil entrevistados em 544 cidades.

Em comparação a pesquisa anterior, realizada há 15 dias, o crescimento da aprovação do presidente cresceu 1%. Já os índices de desaprovação, neste levantamento, Bolsonaro teve uma queda em comparação há 15 dias. Na última pesquisa o chefe do executivo nacional contava com 52% de desaprovação, com o novo resultado, Bolsonaro aparece com uma taxa de 48%.

O governo do presidente sofre várias críticas atualmente por parte de políticos e brasileiros. Pedidos de afastamento do cargo e o posicionamento do chefe da nação brasileira referente a pandemia do novo coronavírus no Brasil são cenários ruins que o presidente vem enfrentando no cotidiano da política brasileira.

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Pedido

Cerca de 15 governadores enviaram uma carta ao presidente Jair Bolsonaro, pedindo que o presidente acione a diplomacia para dialogar com a China e Índia, países produtores de vacina contra a Covid-19.

Com o IFA, institutos como Butantan e a Fiocruz podem produzir doses do imunizante e garantir a vacinação no país.

“Assim como recebemos as doses para este início que comemoramos, precisamos garantir vacinas para os meses de fevereiro, março, abril, maio, até imunizar todos”, declarou Dias.

Os gestores solicitam que “seja avaliada a possibilidade de estabelecimento de diálogo diplomático com os governos dos países provedores dos referidos insumos, sobretudo China e Índia, para assegurar a continuidade do processo de imunização no país”.

Os gestores também esperam que a vacina russa, Sputnik V, seja aprovada para uso emergencial, proporcionando mais uma opção para a imunização no país. Contudo, a Sputnik V ainda não aparece no quadro de análise da Anvisa.

Com a carta, o governador do Piauí espera conseguir também o apoio de autoridades do Congresso Nacional, Poder Judiciário e de ex-presidentes do Brasil, para fortalecer o pedido a Bolsonaro.

Assinaram a carta os governadores do Alagoas, Renan Filho (MDB), do Amapá, Waldez Góes (PDT), do Ceará, Camilo Santana (PT), do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), do Pará, Helder Barbalho (MDB), da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), de São Paulo, João Doria (PSDB), e de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD).

Falta de vacina

Com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tinha em seu território apenas 6 milhões de doses de vacina contra Covid-19 autorizadas para uso, todas da CoronaVac, quando começou a distribuição.

Havia previsão de chegada de 2 milhões de vacinas vindas da Índia, mas quando o governo do país divulgou nota sobre a exportação de imunizantes o Brasil não foi citado.

 

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