Negado

Paulo Câmara recusa reajuste na passagem de ônibus no Grande Recife

Solicitado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Pernambuco (Urbana-PE), o reajute seria de 16%.

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, recusou o reajuste de 16% da passagem dos ônibus proposta pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Pernambuco (Urbana-PE). O valor do Anel A por exemplo, chegaria a R$ 4.

A gestão estadual, por meio de nota, afirmou ainda que pretende diminuir o valor da passagem para R$ 3,35 no chamado horário social, que vai das 9 às 11 horas, de manhã, e depois entre 13:30 às 15:30, à tarde. A tarifa no resto do dia seria de R$ 3,75.

O Consórcio Grande Recife por meio de nota, respondeu a decisão de Paulo Câmara:

“o Governo de Pernambuco informa que não concorda com a proposta de reajuste no valor das passagens de ônibus, apresentada nesta terça-feira (ontem), pelos empresários do setor de transportes de passageiros da Região Metropolitana do Recife (RMR)”.

Em janeiro do ano passado, o governo recusou um aumento de 14% nas passagens solicitada pela Urbana-PE. Na época o governador afirmou:

“Enquanto não tivermos avanços concretos no transporte público, não falaremos em aumento da tarifa.”

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Aumento sugerido

Aumento das passagens de ônibus da Região Metropolitana do Recife pode ser de 16%, de acordo com o desejo dos empresários. Essa é a proposta do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Pernambuco (Urbana-PE).

Com isso, caso aprovado pelo governo estadual, os novos valores teriam um amplo aumento se comparado com o cobrado atualmente. O anel A, por exemplo, mais usado pelos passageiros,  passaria de R$ 3,45 para R$ 4.

O Anel B iria de R$ 4,70 para R$ 5,45 e, o Anel G, de R$ 2,25 para R$ 2,60. O reajuste só acontece com aprovação do governo de Pernambuco e, consequentemente, seja aprovado pelo Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM), colegiado que aprova ou não o aumento, mas que segue a decisão do governo estadual.

Mesmo assim, o setor empresarial costuma apresentar índices mais altos do que o Estado
espera, calculados a partir das perdas que o sistema acumula – queda de demanda de
passageiros e aumento dos insumos, como folha de pagamento e combustível, principalmente.

 

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