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Alberto Feitosa cobra que governador esclareça se passagem de ônibus irá aumentar

"Temos ônibus sucateados, lotados e sem conforto, motoristas fazendo as funções de cobradores que foram demitidos e frota reduzida a 70% em plena pandemia e mesmo assim ainda há possibilidade de aumentarem o valor da passagem de ônibus", afirmou o parlamentar.

Todo início de ano surge a dúvida sobre um possível reajuste no valor das passagens no estado. Para trazer uma resposta aos pernambucanos, o deputado estadual Coronel Alberto Feitosa cobrou ao governador Paulo Câmara que esclareça o questionamento. Através de postagem nas redes sociais, o parlamentar afirma que o reajuste não aconteceu em 2020 por se tratar de um ano eleitoral e lembra a promessa feita por Câmara nas campanhas de 2014 e 2018 da tarifa única, no valor de R$ 2,15, que nunca se cumpriu.


“Temos ônibus sucateados, lotados e sem conforto, motoristas fazendo as funções de cobradores que foram demitidos e frota reduzida a 70% em plena pandemia e mesmo assim ainda há possibilidade de aumentarem o valor da passagem de ônibus. Chegou a hora do governo do Estado se antecipar e tirar essa preocupação da população. Não precisamos de mais um aumento de passagem, o que o povo quer é melhoria do transporte”, cobrou.

Da redação do Portal com informações da assessoria do deputado Alberto Feitosa 

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Alberto Feitosa (PSC), deputado estadual, usou suas redes sociais para criticar o possível fechamento das praias a partir da próxima semana, conforme foi anunciado pelo secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo.

Na publicação, Feitosa cobra uma explicação do governador Paulo Câmara e de Longo sobre a falta de coragem de atuarem junto às concessionárias de transporte público coletivo para que aumentem a frota de ônibus que circulam pelo estado.

“O governador Paulo Câmara e o secretário de Saúde André Longo têm que explicar à população o porquê de não terem coragem de atuar junto às concessionárias de transporte público coletivo para obrigar a maior oferta de veículos, ao invés de ameaçar fechar as praias, que são locais abertos, fonte de saúde e de lazer”.

Segundo Alberto Feitosa, é dentro dos coletivos, segundo estudos, que ocorrem as contaminações virais.

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