Posicionamento

Para João Paulo e Queiroz, falta de comando na gestão do Brasil agrava crise sanitária

Os parlamentares criticaram o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, pelo fato de o País ainda não ter iniciado o processo de imunização da população contra a Covid-19.

A falta de comando do Governo Federal no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus fez o Brasil chegar a mais de 200 mil mortes. Essa foi a avaliação feita pelos deputados João Paulo (PCdoB) e José Queiroz (PDT) na Reunião Plenária desta quinta (14). Os parlamentares criticaram o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, pelo fato de o País ainda não ter iniciado o processo de imunização da população contra a Covid-19.

“Foi só por pressão da sociedade que o Governo Federal foi atrás da vacina, enquanto mais de 70 países já começaram suas campanhas. Isso revela descaso e negligência com o povo brasileiro”, registrou o comunista. “Além disso, profissionais de saúde e educação, que têm cumprido seus papéis como heróis em defesa da população, são completamente esquecidos por essa gestão.”

João Paulo condenou a postura de Pazuello nas respostas dele aos questionamentos sobre prazos para o início da imunização.

“Chama atenção a forma arrogante como o ministro tem falado com a imprensa. Minha mãe o chamaria de ‘cavalo batizado’. O Brasil precisa de gestores sensíveis, que se indignem com as dificuldades do povo e assumam o compromisso de resolver os problemas”, enfatizou.

O parlamentar aproveitou para pedir que o Estado e os municípios sejam cobrados pelo reforço das medidas de distanciamento social.

“As prefeituras, particularmente, têm um papel importante para impor disciplina, a fim de que possamos conciliar as atividades econômicas e a proteção da vida”, observou.

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As críticas ao Governo Federal foram reiteradas por José Queiroz.

“Quando se fala que o Brasil está sem comando, precisamos lembrar que seria o presidente da República quem deveria ser o comandante. Se o comando nacional é falho, acontece o que estamos vendo: um subcomandante, como é o ministro Pazuello, querendo falar para a Nação como se fosse para sua tropa”, declarou.

Para o pedetista, o País chegou a mais de 200 mil mortos com “grande contribuição” das atitudes do presidente Bolsonaro. “Ele debochou da pandemia”, disse.

“Nos Estados Unidos, vimos um presidente incitando seguidores fanáticos a invadir o Poder Legislativo, um exemplo de onde isso pode nos levar. Esse é o risco que corremos quando não temos um estadista liderando uma nação.”

Da redação do Portal com infromações da Alepe 

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