Opção

Frota é candidato a presidente da Câmara para pautar impeachment de Bolsonaro

Deputado afirma ser o único candidato à sucessão de Rodrigo Maia com "coragem suficiente" para abrir um processo de afastamento do presidente.

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) é mais um concorrente na disputa pela cadeira de presidente na Câmara dos Deputados. Por meio de um vídeo divulgado pela sua assessoria de imprensa, o parlamentar anunciou, nesta quinta-feira, 14 de janeiro, sua candidatura.

Frota prometeu que, caso seja eleito, comandará a Casa pautado na abertura de diálogo com “todos os partidos”. O parlamentar prometeu, também, uma “Câmara totalmente independente”.

O ex-ator afirma ser o único candidato à presidência da Câmara dos Deputados com “coragem suficiente” para abrir um processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Antes mesmo de sentar nessa cadeira, esse processo já estará em andamento. Coisa que eu sei que os outros candidatos não farão. Não têm coragem para fazer, não têm coragem suficiente”, afirmou.

Alexandre Frota já apresentou um pedido de impeachment em março do ano passado, na ocasião o deputado afirmou:

“Reconhecidamente e no âmbito mundial, não está à altura das relevantes funções que deveria exercer. Apresentamos o pedido de impeachment de Jair Messias Bolsonaro para que todos os brasileiros tenham a esperança de que, após a tempestade que iremos atravessar, virá a bonança.”

 

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Voto secreto na Câmara

A eleição para presidente da Câmara dos Deputados está marcada para o dia 1º de fevereiro de 2021 e a votação para a escolha do líder da casa deve ser de forma secreta, como manda o regimento.

De acordo com um levantamento feito pelo site O Antagonista, deputados federais apoiam a medida pois, segundo eles, os parlamentares precisam ter “liberdade” para votar sem causar o famoso “constrangimento” no momento de escolher a pessoa que vai liderar a casa.

A decisão voltou a tona depois que se cogitou a possibilidade da eleição do presidente de 2021 não ser realizada de forma presencial. O motivo seria a crise sanitária causada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Da redação do Portal com informações do site Metrópoles

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