Declaração

José Dirceu diz que o Brasil não pode esperar por 2022 para tirar Bolsonaro do poder

Ex-ministro também acrescentou que é necessário a união de democratas, progressistas, nacionalistas na luta contra o presidente Bolsonaro.

O ex-ministro da Casa Civil do governo Lula, José Dirceu, disse que o Brasil não pode esperar por 2022 para tirar Bolsonaro do poder. A declaração do ex-ministro foi veiculada na última terça-feira, 5 de janeiro de 2021, no site Poder 360. Segundo Dirceu, o atual presidente da República pode ser removido ainda em 2021.

“Não podemos esperar por 2022 para derrotar este desgoverno. Nossa tarefa principal, em 2021, é remover Bolsonaro do cargo de presidente, de forma legal e constitucional, e mobilizar o país para a vacinação e para um plano de emergência que evite uma catástrofe social já às nossas portas com o aumento do desemprego, da pobreza, da inflação e fim do auxilio emergencial”.

No artigo, José Dirceu também acrescentou que é necessário a união de democratas, progressistas, nacionalistas na luta contra o presidente Bolsonaro.

“É necessário unir todos os democratas, progressistas, nacionalistas na luta contra Bolsonaro e constituir, desde já, uma Frente Popular de esquerda para organizar a resistência popular, lutar pela vacinação pública e gratuita, pelo auxílio emergencial, por um plano de investimentos para criar empregos e renda e para disputar as eleições presidenciais em 2022”.

Leia também:
>>>Bolsonaro diz que Brasil vai ter “problema pior que EUA” se não tiver voto impresso em 2022

Declaração

Neste sábado, 9 de janeiro, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse que o deputado federal Arthur Lira, usa as mesmas práticas de “narrativas falsas”, que Bolsonaro. Lira é o candidato à presidente da Câmara apoiado pelo presidente chefe da nação brasileira.

Maia disse que o presidente Jair Bolsonaro era o “chefe” de Arthur Lira. Na ocasião, o presidente da câmara disse que cada vez mais escuta o candidato ao cargo de presidente da casa de “Bolsolira”, uma junção de Bolsonaro com o sobrenome de Arthur Lira.

“Cada vez mais, o candidato do Bolsonaro usa das mesmas práticas do seu chefe. Por isso que cada vez mais eu ouço ele ser chamado de Bolsolira. Antes mesmo da eleição, ele já começa a usar práticas do seu chefe. E eu prefiro responder ao chefe dele, como fiz ontem em relação às críticas às alianças no nosso campo”, disse Maia.

Deixe seu comentário

WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
Enviar Mensagem
Entre no Grupo de WhatsApp do Portal