Desatenção

Embratur presidida recentemente por Gilson Machado, erra ao dizer que Tocantins fica no Centro-Oeste do Brasil

Em publicação no Twitter, a agência menciona as belezas naturais do Centro-Oeste, mas usa foto do Jalapão (TO), que fica na região Norte.

A Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) fez uma publicação no Twitter falando sobre as belezas naturais da região Centro-Oeste do Brasil, mas a imagem que estava na publicação era do Jalapão, que fica no estado do Tocantins, na Região Norte do país. De acordo com infromações a publicação feita foi promovida pela insituição.

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Erro da Embratur. Foto: Reprodução

O texto com a foto errada não tem data e não aparece na página principal da Embratur, por isso não se sabe se a publicação foi excluída ou não da rede social. De acordo com o Site Metrópoles, a mesma publicação também possui um link para a página da campanha Destinos Incríveis, da Embratur, que foi lançada em 2020 com o objetivo de fortalecer o turismo doméstico no país.

“Já pensou em conhecer melhor as belezas do Centro-Oeste? As paisagens e as cachoeiras são espetaculares”, diz o texto.

Questionada pela imprensa, a Embratur disse que houve um “equívoco”.

“Realmente houve um equívoco no texto! A campanha é para promoção de destinos de proximidade. Não só dentro da região Centro-Oeste. Já estamos realizando o ajuste necessário”, publicou a Embratur no Twitter.

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Declaração

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse na quarta-feira, 2 de dezembro, em audiência na comissão mista do Congresso que acompanha ações do governo para o combate ao novo coronavírus (covid-19) que o ministério aprende todos os dias com tratamento da doença.pazuello, Pazuello: “Aprendemos com erros do início da pandemia”pazuello, Pazuello: “Aprendemos com erros do início da pandemia”

Segundo Pazuello, à medida que forem encontradas soluções melhores, mais eficazes comprovadamente para salvar mais vidas com mais eficiência no tratamento, a pasta não tem medo de mudar.

“Aprendemos com os erros do início da pandemia, quando foram fechadas as UBSs [unidades básicas de Saúde], deixando de atender a população desde o início dos sintomas. Em vez de fazer a triagem correta, havia o medo de contaminação. O que é preciso é triar pessoas com sintomas para um lado, pessoas com outras doenças para outro lado, com os médicos e as equipes médicas paramentadas, tomando seus cuidados. Deixamos, com isso, de atender a população desde o início”, disse.

Na avaliação do ministro, o acompanhamento precoce, o diagnóstico clínico do médico, mudou muito o resultado final do tratamento. “E isso não é demérito de A e mérito de B. É aprendizado do sistema, é aprendizado dos nossos médicos e dos nossos gestores, que estão vendo”.

O ministro Pazuello considerou o lockdown em várias cidades como um erro. Para o ministro, a medida foi implementada sem planejamento, sem conhecimento real da pandemia, somente com base no medo.

“Isso também não pode ser condenado. As pessoas não tinham o conhecimento de tudo, os gestores não tinham o conhecimento de tudo. Nós vemos que hoje se toma muito mais cuidado em se fazer um lockdown, em se fazer um afastamento social mais agressivo. É o conhecimento”, disse.

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