Moreno-PE

Edmilson Cupertino toma posse e afirma que vai retomar obras paralisadas em Moreno

O novo gestor de Moreno ainda disse que vai em buscar soluções para a barragem, que pode resolver o racionamento de água na cidade.

Em uma solenidade restrita, devido a pandemia do novo coronavírus, o prefeito eleito de Moreno, Edmilson Cupertino (PSB), e seu vice, Zé do Ônibus (Patriota), foram empossados no plenário da Câmara Municipal na noite desta sexta-feira (1). O ato durou pouco mais de uma hora e, em seus discursos, todos os vereadores desejaram sorte ao novo governo que está começando.

Após ser empossado, Edmilson falou por pouco mais de 10 minutos reafirmando seu compromisso com o município. “A câmara terá um aliado no poder executivo. Todos sabem que só unidos vamos mudar a realidade da cidade. Não vou mandar projeto para beneficiar A ou B, mas sim toda a cidade. É o que os cidadãos esperam de nós” afirmou o novo prefeito.

Ele ainda disse que os primeiros meses o trabalho será dobrado. Que sua meta é mostrar coisas concretas já nos primeiros 100 dias de governo. “As obras paradas deixadas pelo governo anterior serão retomadas. Vamos entregar todas elas” disse. Edmilson informou que são mais de R$ 10 milhões de projetos parados. “Se não concluirmos, quem perde é a população” completou.

Já na segunda, o prefeito empossado disse que vai atrás do estado para resolver a situação da obra da barragem do Engenho Pereira. O empreendimento teve suas obras iniciadas em 2013, mas um ano depois foi paralisada por questões burocrática com a união. Moreno passa hoje por uma severa programação de racionamento de água, onde algumas localidades estão com as torneiras vazias desde novembro passado.

Após a solenidade na câmara, Edmilson foi para a sede da prefeitura, distante 100 metros do legislativo, para receber o cargo. Em um novo discurso, o agora atual gestor reafirmou o que disse antes aos vereadores e explanou “Disse a cada um dos nossos secretários, vamos sujar o pé de lama, vamos pra rua, vamos ouvir a população. Só assim vamos mudar de fato nossa cidade” finalizou.

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Novo Salário Mínimo

Desde a última sexta-feira, 1º de janeiro de 2021, o salário mínimo passou a valer R$ 1,1 mil, conforme a Medida Provisória nº Nº 1.021, publicada no Diário Oficial da União, no último dia 30. No ano passado, o salário mínimo estava em R$ 1.045.salário, Novo valor do salário mínimo passa a valer no Brasilsalário, Novo valor do salário mínimo passa a valer no Brasil

O reajuste em relação a 2020 ficou em 5,26%. Foi levado em consideração o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de janeiro a novembro e a variação estimada do mercado financeiro para o índice em dezembro de 2020.

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Segundo o Ministério da Economia, no dia 12 deste mês, quando o INPC de dezembro será divulgado, o novo valor do salário mínimo poderá ser corrigido para assegurar a preservação do poder de compra definida pela Constituição. Isso aconteceu na virada de 2019. Em 31 de dezembro de 2019, foi anunciado que o salário mínimo de 2020 seria de R$ 1.039. Em janeiro, quando foi divulgado o INPC de dezembro — que ficou acima da projeção inicial —, o valor foi ajustado para R$ 1.045.

Essa é a terceira definição de valor para o salário mínimo de 2021. No dia 15 de dezembro, o governo aumentou de R$ 1.067 para R$ 1.088 a estimativa para o salário mínimo. O valor constava de mensagem modificativa ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Foram R$ 21 a mais em relação à projeção de R$ 1.067 que constava da proposta do Orçamento Geral da União, enviada ao Congresso no fim de agosto de 2020.

Aumento de despesas

De acordo com o Ministério da Economia, para cada R$ 1 de aumento no salário mínimo, há elevação de despesas de R$ 351,1 milhões. Assim, o reajuste de R$ 12, ao passar de R$ 1.088 para R$ 1,1 mil, gera gasto adicional de cerca de R$ 4 bilhões em 2021.

A equipe econômica destacou, na última quarta-feira (30), que a correção do valor do salário mínimo é obrigação constitucional e que não afeta o compromisso do governo com o teto de gastos e com o ajuste fiscal.

Apesar de entrar em vigor nesta sexta-feira, o novo valor precisa ser confirmado pelo Congresso Nacional já que o governo fez o reajuste por meio de uma medida provisória.

Agência Brasil

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