Declaração

Dilma Rousseff diz que Bolsonaro tem “índole de torturador”

A declaração foi publicada por meio de nota no blog da petista. O posicionamento de Dilma também foi republicado no site do Partido dos Trabalhadores (PT).

A ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff disse que o presidente do país, Jair Bolsonaro tem “índole de torturador”. A declaração foi publicada por meio de nota no blog da petista. O posicionamento de Dilma também foi republicado no site do Partido dos Trabalhadores (PT).

Segundo Dilma, Bolsonaro promoveu mais uma sessão de infâmia e torpeza, falando a um grupo pequeno grupo de apoiadores, na última segunda-feira, 28 de dezembro.

A ex-chefe da nação brasileira também disse que o atual gestor federal não respeita nenhum limite imposto pela educação e pela civilidade. De acordo com Dilma, uma exigência a qualquer político e, ainda mais, a um presidente da República. Além de tecer críticas a Bolsonaro, a petista declarou que o presidente do Brasil desmoraliza mais uma vez o cargo que ocupa.

“Bolsonaro não insulta apenas a mim, mas a milhares de vítimas da ditadura militar, torturadas e mortas, assim como aos seus parentes, muitos dos quais sequer tiveram o direito de enterrar seus entes queridos”, disse a ex-presidente.

A nota publicada em nome de Dilma também expressa o sentimento da petista sobre o posicionamento do presidente em certas situações.

“É triste, mas o ocupante do Palácio do Planalto se comporta como um fascista. E, no poder, tem agido exatamente como um fascista. Ele revela, com a torpeza do deboche e as gargalhadas de escárnio, a índole própria de um torturador. Ao desrespeitar quem foi torturado quando estava sob a custódia do Estado, escolhe ser cúmplice da tortura e da morte.”

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Livre

O Ministério da Economia, retirou na terça-feira (22), a penalidade contra uma servidora do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) acusada de adiantar a aposentadoria da ex-presidente Dilma Rousseff.

O pedido teria sido feito um dia após o seu pedido de impeachment de Dilma em agosto de 2016. A decisão, assinada pelo ministro Paulo Guedes, foi tornada pública em portaria na semana passada.

A servidora foi representada pelo escritório do advogado Cézar Britto e recorreu diretamente ao ministro da Economia de uma decisão tomada pela 3ª Câmara de Julgamento do Conselho de Recursos da Previdência Social no processo administrativo que analisou o caso.

Na ocasião, o CRPS, então vinculado ao Ministério da Previdência Social, advertiu a servidora por não ter cumprido com o seus deveres de zelo e dedicação nas atribuições do cargo e nem mesmo observado as normas legais e regulamentares.

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