Manifestação

Multidão protesta contra novo fechamento do comércio em Manaus

Os manifestantes gritavam palavras como “queremos trabalhar” e “fora, Wilson”.

Uma grande manifestação popular ocorreu durante o dia de hoje em Manaus. Muita gente foi às ruas protestar contra um decreto do governador Wilson Santos, assinado no último dia 23. Segundo o documento, que começou a vigorar hoje, 26, apenas serviços essenciais tem autorização para funcionar na capital amazonense Manaus. 

Os efeitos do decreto irão até o dia 10 de janeiro. Os comerciantes formais e informais foram pegos de surpresa pela iniciativa de Wilson Lima, que, no momento, encontra-se nos Estados Unidos. Elas alegaram o grande prejuízo econômico que terão nesse fim de ano.

Protesto em Manaus-AM
Protesto em Manaus-AM. Reprodução Rede Social

O governador Wilson Lima se declarou preocupado com o aumento de infectados pela Covid-19 no Amazonas. Esse teria sido o motivo do referido decreto.

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Pandemia: Brasil acumula mais de 190 mil mortes por Covid-19

Os casos de pessoas infectadas no Brasil pelo novo coronavírus ao longo da pandemia aproximam-se da marca de 7,5 milhões. Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde notificaram 22.967 novos diagnósticos positivos para a covid-19, totalizando 7.488.560. Ontem (24), o painel de informações marcava 7.425.593 casos acumulados.

Ainda de acordo com a atualização do Ministério da Saúde, as mortes por covid-19 chegaram a 190.488. Nas últimas 24 horas, foram registradas 482 mortes. Ontem, o painel de estatísticas marcava 190.006 óbitos.

O balanço aponta também 798.737 pacientes em acompanhamento e indica que 6.459.335 recuperaram-se da doença.

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Estados

De acordo com a atualização do Ministério da Saúde, os estados que registram mais mortes por covid-19 são: São Paulo (45.795), Rio de Janeiro (24.900), Minas Gerais (11.562), Ceará (9.952) e Pernambuco (9.544).

As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (773), Acre (780), Amapá (899), Tocantins (1.223) e Rondônia (1.734).

Agência Brasil

Vacina

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que, no final de janeiro, alguns grupos prioritários devem começar a receber a primeira dose da vacina contra a covid-19 e que a vacinação em massa deve começar a partir de fevereiro.

Pazuello deu entrevista ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, que vai ao ar no domingo (27), às 19h30.Ministro, Ministro Pazuello informa que vacinação de grupos prioritários deve iniciar em janeiroMinistro, Ministro Pazuello informa que vacinação de grupos prioritários deve iniciar em janeiro

“Nós vacinaremos todos os brasileiros de forma igualitária, de forma proporcional ao número de pessoas por estado e de graça. Confiem na estrutura do SUS [Sistema Único de Saúde], confiem que aqui existem pessoas que estão realmente trabalhando diuturnamente para que a gente tenha a vacina distribuída o mais rápido possível e a todos os brasileiros”, disse o ministro.

Até o momento, nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada para uso no país pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o país tem contrato “com quatro a cinco laboratórios”, sendo que três vacinas estão na última fase de estudos no Brasil: da Astrazeneca, da Pfizer e da Janssen. Segundo Pazuello, o governo está trabalhando para que o país tenha uma vacina registrada o mais rápido possível.

Segundo o Plano Nacional de Imunização, nas primeiras fases serão vacinados grupos específicos, como trabalhadores da saúde, idosos, pessoas com comorbidades, profissionais de segurança, indígenas e quilombolas, por exemplo. A expectativa de Pazuello é que a vacinação chegue aos demais públicos da população cerca de quatro meses após a vacinação dos grupos prioritários.

“São quatro grandes grupos prioritários e, após esses grupos prioritários, que a gente visualiza 30 dias para cada grupo prioritário, a gente começa a vacinar a população dentro das faixas etárias”, disse Pazzuelo.

Segundo o ministro, esses 30 dias seriam suficiente para se aplicar a duas doses da vacina.

Após aprovada, a vacina estará disponível nos 38 mil postos espalhados pelo país que já fazem parte do Plano Nacional de Imunização.

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