Resposta

Governo diz que irá insistir na distribuição de cloroquina caso o Brasil enfrente uma segunda onda da pandemia

Declaração foi escrita em resposta ao deputado federal Ivan Valente. Documento possui quatro páginas e foi assinado pelo Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde.

Em resposta ao deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP), o governo brasileiro disse que irá insistir na distribuição de cloroquina e hidroxicloroquina para os estados e municípios caso o Brasil enfrente uma segunda onda da pandemia do novo coronavírus.

O documento de quatro páginas foi enviado pelo governo ao deputado depois que o mesmo questionou o Ministério da Saúde sobre medidas que serão adotadas pela pasta para “evitar, enfrentar ou amenizar os impactos da pandemia.

“Na possibilidade de ocorrer recrudescimento, em se mantendo as atuais Orientações do Ministério da Saúde para manuseio medicamentoso precoce de pacientes com diagnóstico da COVID-19, o Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF/SCTIE) e Insumos Estratégicos continuará realizando o fornecimento aos Estados, Distrito Federal e Municípios dos 3 medicamentos atualmente distribuídos, quais sejam: Cloroquina 150 mg , Hidroxicloroquina 200 mg e o Oseltamivir”, diz trecho da resposta assinada pelo Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde.

Confira aqui a resposta do governo na íntegra

De acordo com os números, até o momento o Brasil já passou dos 6 milhões de casos confirmados da doença. Do número, mais de 168 mil brasileiros perderam a vida e mais de 5 milhões de pessoas foram recuperadas da doença no país. Vacinas estão sendo criadas para diminuir os impactos e os avanços da pandemia em todo o planeta.

Vacina

O avião que trouxe o primeiro lote de doses prontas da vacina Coronavac, vindas da China, chegou na quinta-feira, 19 de novembro, ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

A chegada de 120 mil doses da vacina, são suficientes para vacinar 60 mil pessoas e havia sido adiantada no começo da semana pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Ainda neste mês, o Butantan espera receber 600 litros de matéria-prima da Sinovac para iniciar a produção local da vacina. Dimas Covas  estima que o instituto será capaz de produzir 46 milhões de doses de vacinas até janeiro.

Dados preliminares dos testes clínicos com a vacina publicados na terça-feira (17) na revista médica The Lancet mostraram que a vacina induziu uma rápida resposta imune, mas o nível de anticorpos produzidos foi menor do que o visto em pessoas que se recuperaram da doença.

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As descobertas da Sinovac, publicadas em artigo revisado por outros cientistas na Lancet são dos testes clínicos em Fases 1 e 2 realizados na China, com mais de 700 participantes.

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