Opinião

Deputado João Paulo (PCdoB) celebra vitória de Joe Biden

Para João Paulo, gestão de Trump foi “alheia aos sentimentos do povo e contrária à ciência, trazendo consequências terríveis”.

O deputado estadual João Paulo (PCdoB), na última quinta-feira, 05 de novembro, comentou em sessão plenária virtual da ALEPE sobre a possível vitória de Joe Biden para a presidente dos EUA. 

“Trump levou os EUA a uma divisão só experimentada na época da Guerra da Secessão, no século 19. A gestão do republicano, alheia aos sentimentos do povo e contrária à ciência, trouxe consequências terríveis”, pontuou João Paulo. Segundo ele, o atual presidente americano estaria tentando comprometer a apuração dos votos e ameaçando pedir a recontagem. “Não quer aceitar a verdade das urnas e a vontade do povo”, criticou.

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O deputado do PCdoB também fez um paralelo entre a postura de Trump e a de Bolsonaro como governantes. Para o comunista, o presidente brasileiro sempre foi subserviente ao estadunidense.

“Ambos representam uma ameaça às instituições e uniram-se a fanáticos, espalhando temores sem sentido e mentiras descaradas. Também responderam mal à pandemia do novo coronavírus: Brasil e EUA têm altos índices de mortes e casos. Com a queda de Trump, Bolsonaro ficará isolado.”

João Paulo espera que novos ventos democráticos se espalhem pelo mundo, a exemplo do que ocorreu recentemente na Bolívia, com a eleição de Luis Arce para presidente.

“A mudança de rumos prevista nos Estados Unidos será sentida no Brasil de forma positiva. Caso eleito, Biden vai, com certeza, cobrar a proteção da floresta amazônica e propor novas relações diplomáticas”, avaliou.João Paulo, Deputado João Paulo (PCdoB) celebra vitória de Joe Biden

Biden conquistou a vitória na Pensilvânia, o que garantiu o acréscimo de 20 delegados, dando um total de 273. Os estados de Nevada, Alasca, Geórgia, Carolina do Norte e Arizona ainda prosseguem com a apuração.

De acordo com as apurações parciais em estados-chave, além de cálculos estatísticos e demográficos sobre a proporção de urnas ainda não apuradas, já não é mais possível para o presidente Donald Trump chegar a 270 delegados no colégio eleitoral.

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