Redução

Estudo revela que tratamento com hidroxicloroquina reduz em 7 vezes chances de internações

Com esse tratamento, sete vezes menos pacientes precisaram de internação em comparação com aqueles que não receberam o combo medicamentoso.

Um estudo publicado no International Journal of Antimicrobial Agents da última segunda-feira, 26, registra que o tratamento precoce de pacientes com uma dose baixa de hidroxicloroquina, em combinação com zinco e azitromicina, mostrou eficácia no tratamento da covid-19.

Com esse tratamento, sete vezes menos pacientes precisaram de internação em comparação com aqueles que não receberam o combo medicamentoso.

A mortalidade também caiu bruscamente, houve uma morte no grupo que tomou os remédios contra 13 naquele que não os recebeu. Nenhum dos pacientes tratados com a medicação teve efeitos colaterais relacionados ao coração, a principal preocupação dos médicos quando se trata do uso da cloroquina e seus derivados.

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hidroxicloroquina reduz o risco de morte por covid-19 em 30%. Isso é o que afirma um estudo do Mediterranean Neurological Institute e da Universidade de Pisa, na Itália, publicado no European Journal of Internal Medicine.

O estudo analisou 3.451 pacientes com a doença no período de 19 de fevereiro a 23 de maio em 33 hospitais em diversas regiões da Itália. Os dados desses pacientes foram comparados àqueles que não receberam o medicamento.

“Observamos que os pacientes tratados com hidroxicloroquina tiveram uma taxa de mortalidade hospitalar 30% menor em comparação com aqueles que não receberam esse tratamento”, explicou o autor do estudo, o epidemiologista Augusto Di Castelnuovo, em um comunicado à imprensa.

A hidroxicloroquina tem sido utilizada no tratamento da malária e de doenças autoimunes, como artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico e síndrome antifosfolipídica. Mais recentemente, apresentou um papel promissor em infecções virais já que inibe a entrada e disseminação viral em em modelos in vitro e in vivo, conforme descreve o estudo.

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