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Na Itália, população faz protestos contra medidas severas anti-Covid

Manifestantes foram às ruas de várias cidades depois que o primeiro-ministro anunciou novo lockdown para conter avanço do coronavírus.

Centenas de pessoas foram às ruas nos últimos dias para manifestar contra as medidas de lockdown impostas pelo governo italiano. Houve protestos nas cidades de Cremona, Catânia, Nápoles, Bolonha, Florença, Parma, Treviso, Trieste, Gênova e Viareggio, entre várias outras.

Desde segunda-feira, que restaurante e bares estão com restrições de horário. Além disso, o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, anunciou o fechamento de academias, piscinas e cinemas.  Com isso, civis se organizaram nas redes sociais para a realização de um ato contra as medidas. Os protestos foram tensos e o Estado precisou intervir com o reforço da polícia.

Os manifestantes lançaram bombas de papel e fumaça e fogos de artifício e apelaram para o governo usando faixas com a frase: “Você nos fecha, você nos paga”.

No último domingo, a Itália registrou 1.208 pacientes com covid-19, número maior do que em 9 de maio, quando o lockdown foi anunciado.

“A curva de contágio está crescendo no mundo. E em toda a Europa a onda é muito alta. Devemos reagir imediatamente e com determinação se quisermos evitar números insustentáveis”, disse o ministro da Saúde, Roberto Speranza, segundo a  Associated Press.

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