Encontro

Governadores participarão de reunião em Brasília para debater sobre a vacina da Covid-19

Segundo o gestor estadual de Goiás, encontro contará com a presença de Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e Paulo Guedes.

Na próxima semana, governadores terão uma reunião em Brasília para discutir diversos pontos, entre eles, a vacina da Covid-19. O encontro com os chefes estaduais está programado para acontecer na segunda-feira (3), pós-feriado. A informação foi repassada pelo governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM).

“Nós teremos uma reunião todos nós governadores, se não me engano, dia 3 aqui em Brasília com o presidente da Câmara e do Senado também o ministro da Economia”, afirmou Ronaldo Caiado ao chegar no Palácio do Planalto.

Segundo o gestor estadual de Goiás, o encontro contará com a presença dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre. O ministro da Economia, Paulo Guedes, também estará presente na reunião.

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Defesa

Supremo Tribunal Federal (STF) adotou uma postura favorável à obrigatoriedade da aplicação das vacinas contra a covid-19 por parte dos governadores. Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, a maioria dos magistrados defende a imposição da vacina nos estados.

A obrigatoriedade da imunização se tornou um ponto de discussão entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo João Doria. De um lado, está Doria que já declarou que vai obrigar as pessoas a se vacinarem, assim que a CoronaVac estiver disponível para ser distribuída no estado. Do outro, Bolsonaro e suas declarações de resistência à vacinação compulsória.

Segundo a Folha, seis ministros do STF já se posicionaram nos bastidores a favor da obrigatoriedade e contra o que diz Bolsonaro. Luiz Fux, ainda não definiu um melhor momento para discutir o tema. Até agora, nenhum integrante da corte se manifestou em público a respeito da CoronaVac ser obrigatória ou não.

Outra discussão em pauta no STF e quem tem como relator o ministro Luís Roberto Barroso, é se os pais devem deixar de vacinar os filhos, tendo como fundamento convicções religiosas, morais e existenciais.

 

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