Aprovação

Caso Flordelis é enviado ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados

Parlamentar é acusada de ser mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, em junho do ano passado.

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (28), o envio do caso da deputada Flordelis ao Conselho de Ética da Casa.

A parlamentar é acusada de ser mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, em junho do ano passado. Desde o dia 8 de outubro, a pastora vem sendo monitorada por uma tornozeleira eletrônica.

Segundo o Site Jornal da Cidade Online, ao que tudo indica, a pastora e deputada Flordelis deve perder o mandato. Até agora a deputada não foi presa, pois possui imunidade parlamentar.

Até agora não existe uma data para a votação do caso, pois o Conselho de Ética continua fechado por conta da crise sanitária causada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Pedido negado

No dia 24 de setembro, a Justiça do Rio de Janeiro negou um pedido feito pela defesa da deputada federal Flordelis para suspender o uso de tornozeleira eletrônica por parte da parlamentar. A solicitação foi rejeitada pelo desembargador Celso Ferreira Filho, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio.

Em sua decisão, o magistrado afirmou que “apesar das alegações defensivas que a paciente não pretende furtar-se à instrução processual, informando a entrega de passaportes e relembrando do cumprimento escorreito da intimação em local e hora aprazados pela assessoria da paciente, pontuando a lisura de seu comportamento, não se tem qualquer evidência processual ou notícia jornalística, qual seja, que a ré tenha se apresentado espontaneamente para a colocação do equipamento, como determinado pela Autoridade Coatora, denotando tal comportamento recalcitrante que o monitoramento eletrônico decretado é realmente necessário”.

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O uso da tornozeleira foi determinado pela juíza Nearis dos Santos Carvalho. Além da tornozeleira, a Justiça  ainda determinou que Flordelis cumpra um recolhimento domiciliar noturno, no período de 23h às 6h.

A deputada virou ré após a Justiça aceitar a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) que apontou que a deputada foi a mandante do assassinato de Anderson. Ele foi morto após levar mais de 30 tiros na porta de casa.

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