União

Brasil, EUA e mais quatro países assinam declaração contra o aborto e a favor da família

A 'Declaração de Genebra' defende que o aborto não deve ser uma alternativa de planejamento familiar

O Brasil, os Estados Unidos e mais quatro países se uniram em uma declaração contra o aborto e a favor da família como papel essencial para a sociedade.

O documento, que recebe o nome de ‘Declaração de Genebra‘, foi assinado em Washington/DC, nesta quinta-feira (22). O Brasil, Estados Unidos, Egito, Hungria, Uganda e Indonésia colocaram seus princípios em desfavor da interrupção da gravidez. No Brasil, o aborto só é permitido em três casos: estupro, quando a gestação oferece risco à mãe e quando o bebê é anencéfalo.

A declaração defende que o aborto não deve ser uma alternativa de planejamento familiar e é uma contraposição ao que orienta a ONU, que acredita que a prática do aborto é um direito da mulher.

Representando o Brasil, estiveram presentes na cerimônia os ministros Ernesto Araújo (das Relações Internacionais), e a ministra da Mulher da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. O evento foi transmitido virtualmente.

“O governo brasileiro orgulha-se de fazer parte da Declaração de Consenso de Genebra, que visa à promoção dos direitos humanos das mulheres e ao fortalecimento do papel da família, temas de grande importância para o Brasil”, celebrou o governo.

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>> PT, PCdoB, PSB, PSOL e PDT questionam portaria do Ministério da Saúde sobre o aborto

“Os direitos iguais entre homens e mulheres de usufruir de todos os direitos civis e políticos, assim como direitos econômicos, sociais e culturais; e os direitos iguais de oportunidades e de acesso aos recursos e divisão igualitária das responsabilidades familiares pelos homens e mulheres e uma parceria harmoniosa entre eles é fundamental para seu bem estar e o de suas famílias”, diz o documento.

 

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