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Governador critica Bolsonaro por veto de vacina da China contra Covid-19

Paulo Câmara afirmou que "a influência de qualquer ideologia em temas fundamentais, como a saúde, só prejudica a população".

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), usou as redes sociais nesta quarta-feira, 21 de outubro, para criticar a declaração do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a decisão em não comprar a vacina que está sendo desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo.

Paulo Câmara afirmou que “a influência de qualquer ideologia em temas fundamentais, como a saúde, só prejudica a população”.

O gestor afirmou que ainda defende que “todas as vacinas consideradas seguras, avalizadas pelas autoridades, sejam disponibilizadas ao povo brasileiro. É preciso dar este passo na superação da covid-19”, finalizou Paulo Câmara. Segundo o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, dentre todas as vacinas que estão sendo testadas contra o novo coronavírus, a Coronavac é a que se mostrou mais segura. Ou seja, ela não vem apresentando efeito colaterais graves.

 

No Brasil, a vacina está sendo testada em 9 mil voluntários da área da saúde, com idades entre 18 e 59 anos, e atualmente está na fase 3 de testes. Do total de testados, apenas 35% tiveram reações adversas leves após a aplicação do imunizante, tais como dor dor no local da aplicação ou dor de cabeça. Não houve qualquer registro de efeito colateral grave durante a testagem.

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As reações mais comuns entre os participantes do estudo, após a primeira dose, foram dor no local da aplicação (19%) e dor de cabeça (15%). Na segunda dose da vacina, as reações adversas mais comuns foram dor no local da aplicação (19%), dor de cabeça (10%) e fadiga (4%). Febre baixa foi registrada em apenas 0,1% dos participantes e não há nenhum relato de reação adversa grave à vacina até o momento.

Bolsonaro afirma que não comprará a vacina chinesa

O presidente Jair Bolsonaro não vai mais autorizar que o Ministério da Saúde compre as doses da vacina chinesa Coronavac. Segundo informações do Poder 360, o mandatário enviou mensagens a ministros sinalizando que não quer mais a vacina.

“Alerto que não compraremos vacina da China, bem como meu governo não mantém diálogo com João Doria sobre covid-19”, decidiu o presidente.

Bolsonaro vem batendo de frente com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em razão do oferecimento da vacina contra o coronavírus. Na semana passada, Doria afirmou que todos os moradores de São Paulo serão obrigados a tomar a vacina. Bolsonaro rebateu que não obrigará os brasileiros a se imunizarem contra o vírus.

Após reunião virtual com governadores na tarde de hoje (20), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

O chefe de Estado também manifestou publicamente a negativa sobre a vacina chinesa. Em resposta a usuários do Facebook, o presidente reforçou que o Brasil não comprará o imunizante da China e falou até em “traição“.

O presidente Jair Bolsonaro não vai mais autorizar que o Ministério da Saúde compre as doses da vacina chinesa Coronavac. Segundo informações do Poder 360, o mandatário enviou mensagens a ministros sinalizando que não quer mais a vacina.

“Alerto que não compraremos vacina da China, bem como meu governo não mantém diálogo com João Doria sobre covid-19”, decidiu o presidente.

Bolsonaro vem batendo de frente com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em razão do oferecimento da vacina contra o coronavírus. Na semana passada, Doria afirmou que todos os moradores de São Paulo serão obrigados a tomar a vacina. Bolsonaro rebateu que não obrigará os brasileiros a se imunizarem contra o vírus.

Após reunião virtual com governadores na tarde de hoje (20), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

O chefe de Estado também manifestou publicamente a negativa sobre a vacina chinesa. Em resposta a usuários do Facebook, o presidente reforçou que o Brasil não comprará o imunizante da China e falou até em “traição“.

O presidente Jair Bolsonaro não vai mais autorizar que o Ministério da Saúde compre as doses da vacina chinesa Coronavac. Segundo informações do Poder 360, o mandatário enviou mensagens a ministros sinalizando que não quer mais a vacina.

“Alerto que não compraremos vacina da China, bem como meu governo não mantém diálogo com João Doria sobre covid-19”, decidiu o presidente.

Bolsonaro vem batendo de frente com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em razão do oferecimento da vacina contra o coronavírus. Na semana passada, Doria afirmou que todos os moradores de São Paulo serão obrigados a tomar a vacina. Bolsonaro rebateu que não obrigará os brasileiros a se imunizarem contra o vírus.

Após reunião virtual com governadores na tarde da última terça-feira, 20 de outubro, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Paulo Câmara

O chefe de Estado também manifestou publicamente a negativa sobre a vacina chinesa. Em resposta a usuários do Facebook, o presidente reforçou que o Brasil não comprará o imunizante da China e falou até em “traição“.

 

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