São Paulo

Bolsonaro visita laboratório do 1º submarino nuclear brasileiro

Unidade celebra nesta quarta-feira (21), o início da montagem do reator na planta que será replicada na construção do submarino Álvaro Alberto.

O presidente Jair Bolsonaro visitou, nesta quarta-feira (21), as instalações do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene), do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), em Iperó, no interior paulista, onde é desenvolvido o Programa Nuclear da Marinha.

A unidade celebra nesta quarta-feira o início da montagem do reator na planta que será replicada na construção do submarino Álvaro Alberto, o primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear.

“Isso aqui nos orgulha, nós temos tecnologia de ponta que, em alguns setores, nenhum país no mundo tem. Preciso de algumas certificações que são concedidas por alguns poucos países, entre eles os Estados Unidos. Isso vamos tratar no futuro, com o governo americano, tendo em vista o bom relacionamento que tenho para com eles”, disse Bolsonaro.

De acordo com a Marinha, nas próximas etapas do programa, o reator, os turbogeradores, o motor elétrico e outros sistemas similares aos de um submarino com propulsão nuclear serão testados de forma controlada no Labgene, com objetivo de validar, de forma segura, a operação do reator e dos outros sistemas, antes da instalação a bordo do Álvaro Alberto.

Bolsonaro visita laboratório do 1º submarino nuclear brasileiro
Presidente Bolsonaro em visita no Centro Tecnológico da Marinha. Foto: Marcos Corrêa/PR

Ao final dos testes, um reator similar ao que começa a ser montado no Labgene será instalado no submarino, no Complexo Naval de Itaguaí, sul do estado do Rio de Janeiro. No mesmo local, já estão sendo construídos ou testados os quatro submarinos com propulsão diesel-elétrica, o Riachuelo, o Humaitá, o Tonelero e o Angostura.

Ainda nesta tarde, Bolsonaro estará em Campinas, também no interior paulista, onde visita o Sirius, o acelerador de luz síncroton do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).

Agência Brasil

Covid-19

O presidente Jair Bolsonaro não vai mais autorizar que o Ministério da Saúde compre as doses da vacina chinesa Coronavac. Segundo informações do Poder 360, o mandatário enviou mensagens a ministros sinalizando que não quer mais a vacina.

“Alerto que não compraremos vacina da China, bem como meu governo não mantém diálogo com João Doria sobre covid-19”, decidiu o presidente.

Bolsonaro vem batendo de frente com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em razão do oferecimento da vacina contra o coronavírus. Na semana passada, Doria afirmou que todos os moradores de São Paulo serão obrigados a tomar a vacina. Bolsonaro rebateu que não obrigará os brasileiros a se imunizarem contra o vírus.

Após reunião virtual com governadores na tarde de hoje (20), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.Bolsonaro, Bolsonaro visita laboratório do 1º submarino nuclear brasileiroBolsonaro, Bolsonaro visita laboratório do 1º submarino nuclear brasileiro

O chefe de Estado também manifestou publicamente a negativa sobre a vacina chinesa. Em resposta a usuários do Facebook, o presidente reforçou que o Brasil não comprará o imunizante da China e falou até em “traição“.

Nesta terça-feira (20), em reunião virtual com governadores , o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.Bolsonaro, Bolsonaro visita laboratório do 1º submarino nuclear brasileiroBolsonaro, Bolsonaro visita laboratório do 1º submarino nuclear brasileiro

Ver mais:

>> “Está pensando em tudo, menos na saúde”, diz Bolsonaro sobre Doria

Segundo o Ministério da Saúde, esta ação é mais um passo na estratégia de ampliar a oferta de vacinação para os brasileiros. O ministério já tinha acordo com a AstraZeneca/Oxford, que previa 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses.

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