Comentário

Bolsonaro usa Twitter para criticar incêndios nas igrejas chilenas

Chefe da nação lembrou um trecho do discurso feito por ele durante a Assembleia Geral das Nações Unidas de 2020.

O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais na última segunda-feira, 19 de outburo, para falar sobre os incêndios ocorrido nas igrejas da capital Chilena, no fim de semana.

O chefe da nação lembrou um trecho do discurso feito por ele durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada neste ano.

“Denunciei a existência da grande perseguição aos cristãos ao redor do mundo: a cristofobia”, afirmou Bolsonaro em mensagem no Twitter.

 

O presidente acrescentou nas redes sociais que as igrejas foram incendiadas na capital do Chile por grupos de esquerda. No dia 22 de setembro, Bolsonaro fez um apelo em defesa do cristianismo.

“Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia”,ressaltou Bolsonaro.

Polêmica

presidente Jair Bolsonaro rebateu, mais uma vez, a declaração do governador de São Paulo, João Doria, sobre a vacinação contra o coronavírus. Durante evento de anúncio do resultado de um estudo clínico sobre o vírus, o mandatário disparou: “está pensando em tudo, menos na saúde e na vida”.

“Vou falar sobre uma noticia que está circulando, não é fake news, ela é verdadeira, levando-se em conta o autor, mas na prática, ela é falsa. Tem uma lei de 1975 que diz que cabe ao Ministério da Saúde o Programa Nacional de Imunização, ali incluindo as possíveis vacinas obrigatórias. A vacina contra o covid, como cabe ao MS deferir essa questão, já foi deferida, ela não será obrigatória. Então quem propagado isso aí com toda certeza é uma pessoa que pode estar pensando em tudo, menos na saúde ou na vida do próximo”, disse Bolsonaro.

Na última sexta-feira (16), João Doria declarou que a vacina contra a covid-19 será obrigatória aos paulistas. A declaração do governador foi proferida durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do Executivo estadual. Doria disse que somente as pessoas que apresentarem atestado médico serão liberadas de receber a vacina.

Bolsonaro já havia respondido o governador. Mesmo sem citar diretamente o governador, Bolsonaro destacou trechos de duas leis. A lei 13.979, proposta e sancionada pelo próprio presidente no início da pandemia, prevê que poderá ser realizada a vacinação compulsória. Bolsonaro, no entanto, ressaltou o termo “poderão”, que consta na legislação.

Ver mais:

>> Vacina do Instituto Butantan é a mais segura contra a covid-19

A outra lei mencionada é a 6.259, de 1975, que trata sobre o Programa Nacional de Imunizações. O presidente destacou um trecho que delega a competência ao Ministério da Saúde e que os governos estaduais “poderão propor medidas legislativas complementares”, mas apenas com a “anuência prévia” do governo federal.

Deixe seu comentário

[gs-fb-comments]
WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
Enviar Mensagem
Entre no Grupo de WhatsApp do Portal