Saúde

Prefeitura do Paulista abre unidades de saúde para o dia “D” da Campanha de Multivacinação

A campanha começa neste sábado (17) para receber crianças e adolescentes com até 15 anos de idade que precisam de vacinação contra diversas doenças.

A Prefeitura do Paulista está engajada na Campanha Nacional de Multivacinação. O município abre diversas unidades de saúde neste sábado (17) para receber crianças e adolescentes com até 15 anos de idade que precisam atualizar a caderneta se imunizando contra várias doenças, como: pólio, meningite, hepatite, sarampo, caxumba, rubéola, tétano, entre outras.

Os pais ou responsáveis devem levar a garotada as unidades de saúde no horário das 08h às 17h. É importante levar a caderneta de vacinação e o Cartão SUS ou CPF de quem vai se imunizar. Por conta da pandemia, é necessário ir de máscara. Lembrando também da necessidade de respeitar o distanciamento social.

A Campanha Nacional de Multivacinação segue até o dia 30 na cidade. A meta é imunizar 95% do público-alvo. Para alcançar esse percentual, o município mobiliza mais de 300 profissionais da Secretaria de Saúde.

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Confira as doses disponíveis na campanha:

Vacinas para o público até os sete anos de idade:

BCG, Hepatite B, Penta, Pólio, Rotavírus, Pneumo 10, Meningo C, Febre Amarela, Tríplice e Tetra Viral.

Vacinas para o público a partir dos sete anos de idade:

Hepatite B, Febre Amarela, Tríplice Viral, Difteria e Tétano adulto, dTpa, Meningocócica ACWY, HPV quadrivalente, Varicocela.

Fonte: Paulista em Primeiro Lugar

Profissionais de saúde ganham guia de apoio para casos de síndrome congênita do zika vírus

A partir desta terça-feira (13), os profissionais da atenção básica à saúde do Recife passam a contar com um guia de apoio, com orientações e protocolos específicos a serem aplicados no atendimento e acompanhamento de casos da síndrome congênita do zika vírus.

O material foi produzido através de uma parceria da Secretaria de Saúde do Recife (Sesau) com a Fundação Altino Ventura (FAV) e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que fizeram a consolidação de tudo que foi vivenciado e comprovado cientificamente nos últimos cinco anos, após a epidemia da síndrome congênita do zika vírus, entre 2015 e 2016, quando aumentaram as ocorrências de microcefalia e outras complicações neurológicas em recém-nascidos de mães que se infectaram pelo vírus durante a gravidez.

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