Acusações

Polícia Federal indicia Paulinho da Força por corrupção e lavagem de dinheiro

O deputado é alvo da Operação Dark Side, que faz parte da primeira fase da Lava Jato.

A Polícia Federal indiciou, na sexta-feira (2), o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade) depois das acusações dos crimes de falsidade ideológica eleitoral, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

As conclusões do inquérito da Operação Dark Side, que faz parte da primeira fase da Lava Jato. Além de Paulinho da Força, a PF também indiciou pelos mesmos crimes os advogados Cristiano Vilela Pinho e José Gaspar de Campos, ex-tesoureiro do Solidariedade. As penas por esses crimes podem variar de 3 a 12 anos de prisão.

A Operação Dark Side foi deflagrada no dia 14 de julho deste ano deste ano. Na ação, foram expedidos mandados de buscas no gabinete de Paulinho e no apartamento funcional dele, em Brasília.

De acordo com as investigações da PF,  o deputado recebeu R$ 1,7 milhão de caixa dois para campanhas eleitorais nos anos de 2010 e 2012.

“Os pagamentos teriam ocorrido por meio da simulação da prestação de serviços advocatícios e também mediante o pagamento de valores em espécie, contando para isso com doleiros contratados pelo referido grupo [J&F]”, afirmou a Polícia Federal.

Por meio de nota, Paulinho da Força disse que “apresentará, no momento oportuno, os elementos necessários a demonstrar sua inocência quanto aos fatos apurados”.

“Causa perplexidade que a imprensa e setores do judiciário utilizem informações de uma delação sabidamente fraudulenta, que agoniza no STF. O Deputado ainda repudia a atuação da Lava Jato com viés político-político partidário, extrapolando os limites constitucionais, buscando unicamente dar protagonismo para seus atores”, argumentou a defesa do deputado.

 

 

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