Turismo

Olinda disponibiliza letreiro turístico para fotos no Alto da Sé

A peça é móvel, respeitando a legislação da cidade.

Os frequentadores do Alto da Sé, em Olinda, contam agora com mais um atrativo para compor a foto da Cidade Patrimônio. A Prefeitura da cidade, através da Secretaria de Patrimônio, Cultura, Turismo e Desenvolvimento Econômico instalou letreiros grafitados no local, considerado um dos principais pontos de visitação da Marim dos Caetés.

A arte foi confeccionada pelo artesão olindense Flávio Nascimento e grafitada pelo Carlos André, artista que vem embelezando a cidade. A peça era um pedido constante dos comerciantes e visitantes da Marim.

O equipamento é o segundo instalado em menos de três meses. O primeiro foi na Praia do Quartel, perto da Vila Militar, em Casa Caiada. Esse segundo é diferente. Ele é móvel, podendo ser deslocado para outros pontos da cidade de Olinda. Esse aspecto respeita a legislação da cidade que não permite a instalação de nada fixo no Sítio Histórico.

Um pouquinho de História:

Fundada por Duarte Coelho, que havia chegado a Igarassu pouco tempo antes, a cidade tem várias interpretações para a origem de seu nome.

Uma delas é repetida por muita gente e é considerada como que a “oficial” até em livros.

Diz essa verdadeira lenda urbana que Duarte Coelho estaria vindo de Igarassu e se deparou com uma paisagem com a qual ficou encantado.

Oh! Linda situação para se construir uma vila!” teria dito ele.

Outra Versão, colocada inclusive por Gilberto Freyre, é de que Duarte gostava de livros de aventura, das chamadas “capa e espada“, e então estaria lendo uma obra de Gil Vicente Chamada “Auto de Amadis de Gaula” onde tinha uma personagem chamada Olinda.

Então, ele escolheu o nome pra futura cidade a partir daí.

Varnhagen, ou o visconde de Porto Seguro, que apesar do nome não era nem europeu nem baiano e sim paulista, estudou e escreveu várias obras de História do Brasil  no século XIX, propôs que o nome referia-se a uma quinta ou burgo de Portugal.

A cidade tem também uma espécie de “apelido“: Marim dos Caetés. Marim ou Barim quer dizer coxo em Tupi e “dos Caetés” por que esta era a tribo indígena que estava instalada no local na época da chegada dos europeus.

Esse nome é também o de um dos mais tradicionais blocos do carnaval olindense.

Não há comprovação pra veracidade de nenhuma dessas versões. Mas não deixam de ser histórias bem interessantes.

E por que Olinda completou 483 anos no dia 12 março, aqui no Reverso a gente vai ter todo dia, durante essa semana, um papo diferente sobre Olinda. Espero que você curta e, se não conhece Olinda, possa descobrir mais um pouquinho dela nessa série.

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Da redação do Portal de Prefeitura com informações da secretaria de comunicação em Olinda.

 

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