Protesto

Revendedores de gás de cozinha param na BR-101 contra aumento do produto

Cerca de cem caminhões pararam em um acostamento no bairro de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes.

Revendedores de gás de cozinha protestaram nesta manhã de quarta-feira (30) na BR-101, na altura de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes, próximo a Fábrica da Vitarela. Eles reivindicaram os aumentos constantes do valor do gás determinados pela Petrobras.

Na manifestação, cerca de cem caminhões ficaram parados no acostamento. Os caminhoneiros também reclamaram ao Governo de Pernambuco que, segundo eles, é responsável pela cobrança da taxa.

“O Governo do Estado de Pernambuco vem exigindo o pagamento de taxa no Pátio de Triagem, aumentando assim, consideravelmente, o custo operacional para as revendas, onde várias já estão “quebrando”. Essa posição do Governo é um desserviço à população. O Gás de Cozinha é um produto essencial para a população”, Contesta o Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado de Pernambuco (SINREGÁS).

A paralização não interferiu no abastecimento do gás à população. Em nota, a categoria disse que a alta no valor do insumo vem ocorrendo há sete meses, durante a pandemia. O sindicado agora aguarda um diálogo com o Governo do Estado e com a Petrobras.

Nota do Singregás

O Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado de Pernambuco (SINREGÁS) vem a público informar que a manifestação pacífica realizada na manhã desta quarta-feira, dia 30, na BR 101, na Região Metropolitana do Recife, partiu das Revendas de Gás do Estado de Pernambuco, como protesto para demonstrar a insatisfação e indignação das revendas com os constantes AUMENTOS ABUSIVOS no Gás de Cozinha impostos pela Petrobras / Distribuidoras de Gás (que são 05 em Pernambuco) às Revendas, tornando insustentável para as revendas segurar os preços, que são livres.

E para piorar a situação de todas as revendas, o Governo do Estado de Pernambuco vem exigindo o pagamento de taxa no Pátio de Triagem, aumentando assim, consideravelmente, o custo operacional para as revendas, onde várias já estão “quebrando”. Essa posição do Governo é um desserviço à população. O Gás de Cozinha é um produto essencial para a população, principalmente a mais carente, e com toda essa carga de aumento e de cobrança de taxas, as revendas podem repassar, ou não, para o consumidor (já que o mercado é livre), porém o consumidor, por sua vez, não aguenta mais tanto aumento.

Já são 07 (sete) aumentos em apenas seis meses, ou seja, de abril até agosto desse ano, as Distribuidoras já repassaram seis reajustes para as revendas. E nesse mês de setembro tivemos o sétimo aumento, que foi o repasse do Dissídio Coletivo da categoria.

Tudo isso justamente num momento de Pandemia, onde deveríamos unir todos os esforços nesse período para baixar custos, tanto para a sobrevivência comercial das revendas, quanto para não repassar reajustes para a população, pois os constantes aumentos no Gás de Cozinha, é culpa da Petrobras / Distribuidoras e da taxação do Governo do Estado com o Pátio de Triagem.

Chegamos ao nosso limite. Não agüentamos mais essa situação e resolvemos externar para a sociedade a VERDADE sobre os constantes aumentos do Gás de Cozinha.

Portanto, o Sinregás vem reivindicar:

Ao Governo de Pernambuco:
– A retirada da cobrança de taxa no Pátio de Triagem para as revendas de Gás de Cozinha, por ser um produto essencial para a população carente.
À Petrobras / Distribuidoras de Gás:
– Que não repassem mais reajustes para as revendas, para não inviabilizar o comércio de Gás de Cozinha no estado de Pernambuco. São: 1600 revendas em todo o Estado.

 

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