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Bolsonaro diz que crescente popularidade importuna rivais e parte da imprensa

"Se nada faço, sou omisso. Se faço, estou pensando em 2022", desabafou o presidente nas redes sociais.

O presidente Jair Bolsonaro publicou nas redes sociais uma resposta às recentes críticas ao seu governo e também ao Renda Cidadã, programa anunciado por ele e que vai substituir o auxílio emergencial e Bolsa Família. Na publicação, o mandatário afirmou que a crescente popularidade da sua gestão “importuna adversários e grande parte da imprensa”.

Bolsonaro introduziu o “desabafo” afirmando que nunca se preocupou com a reeleição, mas que o voto é consequência do seu trabalho.

“Ao longo da minha vida parlamentar nunca me preocupei com reeleição. Sempre exerci meu trabalho na convicção de que o voto era consequência dele”, ressaltou.

Ao falar dos efeitos da pandemia, Bolsonaro apontou que a imprensa defensora da política do “fique em casa”, “agora não apresenta opções de como atender a esses milhões de brasileiros desassistidos”.

“Minha crescente popularidade importuna adversários e grande parte da imprensa, que rotulam qualquer ação minha como eleitoreira. Se nada faço, sou omisso. Se faço, estou pensando em 2022”, disse.

“A política do “fique em casa que a “economia a gente vê depois” acabou e o “depois” chegou. A imprensa, que tanto apoiou o “fique em casa”, agora não apresenta opções de como atender a esses milhões de desassistidos”, acrescentou.

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Ao longo da minha vida parlamentar nunca me preocupei com reeleição. Sempre exerci meu trabalho na convicção de que o voto era consequência dele.
 Minha crescente popularidade importuna adversários e grande parte da imprensa, que rotulam qualquer ação minha como eleitoreira. Se nada faço, sou omisso. Se faço, estou pensando em 2022.
 Na verdade, estou pensando é em 2021, pois temos milhões de brasileiros que perderam seus empregos ou rendas e deixarão de receber o auxílio emergencial a partir de janeiro/2021.
A política do “fique em casa que a “economia a gente vê depois” acabou e o “depois” chegou. A imprensa, que tanto apoiou o “fique em casa”, agora não apresenta opções de como atender a esses milhões de desassistidos.
 Os responsáveis pela destruição de milhões de empregos agora se calam. O meu governo busca se antecipar aos graves problemas sociais que podem surgir em 2021, caso nada se faça para atender a essa massa que tudo, ou quase tudo, perdeu.
 A responsabilidade fiscal e o respeito ao teto são os trilhos da Economia. Estamos abertos a sugestões juntamente com os líderes partidários.
 O Auxílio Emergencial, infelizmente para os demagogos e comunistas, não pode ser para sempre.

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