Repercussão

Esquerda critica Bolsonaro em discurso na ONU: “cretino”, ataca Freixo

Políticos de esquerda foram às redes sociais proferir ataques contra o presidente.

O presidente Jair Bolsonaro discursou nesta terça-feira (22) em Assembleia Geral da ONU, na qual reuniu virtualmente várias lideranças mundiais. Em sua fala, Bolsonaro falou sobre as questões ambientais no Brasil como as queimadas no Pantanal. Nas redes sociais, políticos de esquerda atacaram o mandatário.

O deputado federal Marcelo freixo (PSOL-RJ) chamou Bolsonaro de “cretino”. A publicação de freixo refere-se ao momento em que Bolsonaro explica o suposto motivo dos desmatamentos.

“Nossa floresta é úmida e não permite a propagação do fogo em seu interior. Os incêndios acontecem praticamente, nos mesmos lugares, no entorno leste da Floresta, onde o caboclo e o índio queimam seus roçados em busca de sua sobrevivência, em áreas já desmatadas”, afirmou o presidente.

A ex-ministra do Meio Ambiente no governo Lula, Marina Silva, também comentou a fala do presidente: “[Bolsonaro] tentou passar a ideia de que os problemas ambientais no Brasil não existem, como se o país e o seu governo fossem alvo de campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal”.

Segundo o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), observou a fala de Bolsonaro como “impatriótico”.

Também ex-ministro dos governos de Lula e Dilma, Alexandre Padilha, deputado federal pelo PT, afirmou que o chefe de Estado está “construindo uma política de morte” baseada em “mentiras”.

Na ONU, Bolsonaro diz que “parcela da imprensa brasileira politizou o vírus”

O presidente Jair Bolsonaro, afirmou, durante seu discurso na Organização das Nações Unidas (ONU), que uma parcela da imprensa brasileira espalhou pânico aos brasileiros em meio à pandemia do coronavírus e “politizou o vírus”. O Brasil já contabiliza mais de 137 mil óbitos pela doença no país.

“Como aconteceu em grande parte do mundo, parcela da imprensa brasileira também politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população. Sob o lema “fique em casa” e “a economia a gente vê depois”, quase trouxeram o caos social ao país”, disse o presidente.

Entre as ações do governo, o presidente citou o auxílio emergencial, que segundo o chefe do executivo, é o “maior programa de assistência aos mais pobres no Brasil e talvez um dos maiores do mundo”.

“Nosso governo, de forma arrojada, implementou várias medidas econômicas que evitaram o mal maior. Concedeu auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente 1000 dólares para 65 milhões de pessoas, o maior programa de assistência aos mais pobres no Brasil e talvez um dos maiores do mundo”, declarou Bolsonaro.

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