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Brasil e EUA trabalham para “restaurar a democracia na Venezuela”, diz Bolsonaro

Presidente elogiou Donald Trump e defendeu a visita de chanceler americano em Roraima, estado que faz divisa com a Venezuela.

Em elogios direcionados ao presidente americano Donald Trump nas redes sociais, Jair Bolsonaro afirmou que os Estados Unidos estão trabalhado junto ao Brasil para “restaurar a democracia da Venezuela”. Neste domingo (20), o mandatário defendeu a visita do secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, no estado de Roraima, que faz divisa com a Venezuela.

Na publicação, Bolsonaro acrescentou:

Parabenizo o Presidente Donald Trump pela determinação de seguir trabalhando, junto com o Brasil e outros países, para restaurar a democracia na Venezuela”.

Críticas

Na semana passada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) criticou a vista do chanceler americano, que ocorreu na sexta-feira (18). Ele entendeu a presença dele como uma “afronta” às políticas brasileiras externa e de defesa.

“A visita do Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta sexta-feira, às instalações da Operação Acolhida, em Roraima, junto à fronteira com a Venezuela, no momento em que faltam apenas 46 dias para a eleição presidencial norte-americana, não condiz com a boa prática diplomática internacional e afronta as tradições de autonomia e altivez de nossas políticas externa e de defesa”, disse o deputado por meio de nota.

Em resposta, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, proferiu também através de nota que as críticas de Maia foram baseadas em “informações insuficientes e em interpretações equivocadas”.

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Presidente Donald Trump é indicado ao prêmio Nobel da Paz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz de 2021 por sua atuação na pacificação das relações entre Israel e Emirados Árabes Unidos, anunciada em 13 de agosto.

A informação da emissora norte-americana Fox News. A indicação foi feita pelo parlamentar norueguês Christian Tybring-Gjedde.

“Pelo mérito dele, acho que ele fez mais tentando criar a paz entre as nações do que a maioria dos outros indicados ao Prêmio da Paz”, disse o político.

Tybring-Gjedde é presidente da delegação norueguesa na Assembleia Parlamentar da Organização do Tratado Atlântico Norte (Otan).

“De fato, Trump quebrou uma sequência de 39 anos de presidentes americanos que começaram uma guerra ou levaram os Estados Unidos a um conflito armado internacional. O último presidente a evitar isso foi o ganhador do Prêmio da Paz Jimmy Carter”, declarou em uma carta.

As indicações para o Nobel da Paz deste ano se encerraram em fevereiro. Donald Trump também foi indicado ao Nobel da Paz em 2018.

A nomeação foi defendida após os parlamentares conservadores da Noruega destacarem os esforços do republicano em negociar o desarmamento da Coreia do Norte com o ditador Kim Jong-un.

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