Inclusão social

Coordenador do programa de governo de Mendonça Filho defende Auxílio Emergencial

Para o economista Ecio Costa, o Auxílio Emergencial ajudou população mais pobre durante pandemia.

O economista Ecio Costa, coordenador do programa de governo do candidato a prefeito do Recife, Mendonça Filho (DEM), defendeu, neste sábado (19), que o Auxílio Emergencial pago pelo Governo Federal vem ajudando substancialmente a população mais pobre do Brasil a enfrentar o período de dificuldades no orçamento mensal, desde o início do isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus.

A defesa ao benefício em relação a interpretações equivocadas tem respaldo no estudo consistente realizado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), do qual Ecio Costa é autor, a partir de um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), feito no último mês de junho. A pesquisa apontou que o Auxílio Emergencial de R$ 600 ou R$ 1,2 mil por mês, para socorrer as famílias de baixa renda durante a pandemia, chegou a 1,73 milhão de famílias pernambucanas, gerando um impacto positivo na economia local.

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Publicada em agosto passado, a análise da UFPE utilizou em sua metodologia dados do Produto Interno Bruto (PIB), e mostrou que o pagamento do benefício teve um impacto positivo de até 20% do PIB brasileiro em cidades mais pobres. Somente em Pernambuco, de acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF), já foram pagos R$ 8,6 bilhões em Auxílio Emergencial, uma ajuda fundamental para manter a economia do estado ativa na pandemia.

O levantamento identificou como as pessoas gastam o dinheiro do auxílio, comprando alimentos, roupas ou pagando dívidas, de forma pulverizada em todos os municípios, principalmente nos mais pobres e nas famílias mais carentes. Nessas regiões, com percentuais do Bolsa Família mais baixos e um nível de pobreza mais alto, algumas das cidades terão uma situação positiva este ano, com um valor que vai representar, em média, 20% do PIB desses locais. Com os recursos, as famílias consomem mais e as empresas vendem produtos e serviços, evitando demissões e estimulando o consumo.

O resultado apontou, ainda, que as cidades menores e com população mais pobre são as que têm a economia mais incrementada pelo dinheiro do benefício. A avaliação também destacou números sólidos da influência positiva do Auxílio Emergencial em municípios carentes de Pernambuco. Um exemplo é Cumaru, na Zona da Mata Norte, cujo percentual de 22,32% do habitantes receberam o auxílio. Buenos Aires (19,87%), Brejinho (19,82%) e Santa Maria do Cambucá (19,73%) são outras cidadades cuja economia ficou aquecida com a pagamento do benefício.

A pesquisa da UFPE baseou-se, entre outros métodos estatísticos, na verificação do PIB em Pernambuco em 2019, para saber o que o benefício está representando na economia do estado. A análise apontou que o PIB (soma de todos os bens e serviços produzidos no estado) no ano passado foi de R$ 205 bilhões e que, em 2020, sejam pagos em Auxílio Emergencial cerca de R$ 10,9 bilhões, o equivalente a 5,5% do PIB estadual.

A pesquisa elaborada pela UFPE teve ampla repercussão positiva nos principais veículos de comunicação de Pernambuco e do Brasil, incluindo portais do Governo Federal, como o do Ministério da Cidadania. A pasta informou que o estudo corroborou teses conexas de outras pesquisas sobre o mesmo tema, as quais revelaram que o Auxílio Emergencial reduziu a extrema pobreza do Brasil ao menor nível em 40 anos e que o rendimento das famílias mais vulneráveis cresceu com o benefício.

Assessoria de Comunicação Mendonca Filho

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