Eleições 2020

Indicado por Daniel Coelho, Léo Salazar será vice de Patrícia Domingos

Salazar é produtor cultural e terá nome anunciado na convenção de homologação, nesta quarta-feira (16).

Indicado por Daniel Coelho, Léo Salazar será vice de Patrícia Domingos

Léo Salazar foi indicado por Daniel Coelho. Foto: Reprodução/Rede social

Publicado em 16 de setembro de 2020 - 13:34

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A pré-candidata Patrícia Domingos  (Podemos) terá como vice o produtor cultural Léo Salazar, nome indicado pelo deputado federal Daniel Coelho.”Eu posso não estar disputando eleição, mas meu engajamento vai ser mesmo do que seria se eu estivesse disputando”, disse o parlamentar. A convenção do Podemos será realizada nesta quarta-feira (16), às 17h, no restaurante Catamaran.

Salazar foi presidente do Comitê Gestor do São João de Caruaru, foi vice-presidente da Fundação de Cultura e Turismo de Caruaru e produziu ainda as bandas pernambucanas Eddie, Devotos e o Festival Abril para o Rock. Além disso, Léo é consultor do Sebrae. Segundo a Folha de Pernambuco, Salazar é conhecido por pessoas próximas como crítico de produtores que enxergam a cultura apenas como business.

Como principal apoiador de Patrícia, Daniel Coelho abriu mão da própria candidatura para fazer oposição ao PSB.

“Nesse momento, o meu grande objetivo é libertar o Recife dessa oligarquia. Para isso, alguém precisava ter um gesto de humildade, de generosidade. E é por isso, que tomei a difícil decisão de abdigar da candidatura mesmo estando bem colocado nas pesquisas em nome de um projeto maior. Entendo que retirando a candidatura e apoiando a candidata Patrícia Domingos, a gente tem condições de ir ao segundo turno e vencer as eleições”, declarou Daniel em vídeo publicado nas redes sociais.

Charbel diz não estar surpreso com desistências de Daniel Coelho e Túlio Gadelha

Túlio Gadelha (PDT) na sexta (11), Daniel Coelho (Cidadania) nesta segunda (14). A desistência de ambos da corrida à Prefeitura do Recife não surpreendeu o candidato do Partido Novo, o Procurador Charbel. De acordo com o conservador, a demora da realização das convenções de outros partidos já era um sinal de desistência e alianças entre outros postulantes.

“Novo mesmo só o Partido Novo, né? (risos). Já era esperado, essa é a velha política. É por isso que escolhi o Novo quando decidi me filiar a um partido. Não fazemos conchavo. Se quisermos mudar a política, devemos acabar com a velha política. São anos e anos dessa prática suja e ineficaz, de trocas de favores e promessas de cargos. Quem não tem amarras, segue em frente pra derrubar a dinastia. Não tenho medo e nem acordão com a ‘oposição’”, disse Charbel.

 

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