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Colégio ilustra PM como porco e Associação de Militares do RN processa instituição

A medida foi decidida em assembleia e divulgada nesta quinta-feira (10), nas redes sociais da entidade.

Colégio ilustra PM como porco e Associação de Militares do RN processa instituição

Colégio ilustra PM como porco e Associação de Militares do RN processa instituição/ Foto: Divulgação

Publicado em 10 de setembro de 2020 - 13:45

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A Associação dos Oficiais Militares do Rio Grande do Norte decidiu processar o Colégio Marista de Natal, por conta das charges em provas da escola, que ilustram policiais militares como porco e racistas.

Segundo a postagem, “a ação de dano coletivo recairá sobre provas aplicadas pela escola onde foram praticados os crimes de calúnia, injúria e difamação conta a categoria de policiais militares.”

O caso da charge do porco do Marista repercutiu em todo o Brasil. Pais cobraram um posicionamento do colégio, que alegou não ter feito a prova com a intenção de atingir a classe policial.

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Após a nota da PM, o Colégio Marista afirmou que o objetivo do uso das charges na prova era abordar o “comportamento humano e convivência social nos dias atuais”. “Não houve em momento algum, a intenção de desmerecer a profissão de policial, tão valorosa e importante para a nossa sociedade. Lamentamos ter causado qualquer situação constrangedora à categoria e outros”.

Na quarta-feira (2/9), José de Assis Elias de Brito, diretor do colégio, visitou Comando Geral da PMRN. O encontro foi divulgado no Instagram da polícia potiguar.

“Queremos nos desculpar e nos retratarmos e dizer que somos conhecedores do trabalho de vocês e das dificuldades enfrentadas no dia a dia. Todos os tratamentos internos estão sendo dados para resolvermos essa questão”, afirmou o diretor.

“Temos inúmeros policiais que são nossos ex-alunos, filhos de policiais também, então de maneira nenhuma era nossa intenção corroborarmos para que a situação tomasse tal dimensão”, completou.

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