Possibilidade

Armando Monteiro acredita que oposição pode lançar apenas duas candidaturas no Recife

Atualmente, o grupo de oposição composto por partidos como DEM, Cidadania, PSDB e PSC possui seis nomes para concorrer à Prefeitura do Recife na eleição deste ano.

Armando Monteiro acredita que oposição pode lançar apenas duas candidaturas no Recife

O ex-senador Armando Monteiro/ Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Publicado em 8 de setembro de 2020 - 10:05

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O ex-senador Armando Monteiro (PTB) disse na segunda-feira (7), durante entrevista à Rádio Jornal, que apesar do grupo de oposição ter seis nomes postos para concorrer à Prefeitura do Recife na eleição deste ano, ainda é possível que alguns partidos se unam para lançar apenas duas candidaturas da oposição na Capital.

Essas forças políticas poderá ter no máximo duas candidaturas até o fim do prazo para realização das convenções partidárias, dia 16 de setembro. Mas, Armando não disse quais foram as candidaturas que serão lançadas.

“Nós fizemos um grande esforço para buscar uma maior convergência nesse campo porque a estratégia eleitoral nos aponta esse caminho. Na medida que o outro campo se divide, nós deveríamos buscar uma única candidatura ou no máximo duas, mas infelizmente às vezes isso não é possível. Mas eu ainda acredito, apesar de termos várias pré-candidaturas postas, que podemos convergir para duas candidaturas no nosso campo”, afirmou Armando.

Atualmente, a oposição possui seis pré-candidatos nas eleições no Recife, são eles: Delegada Patrícia Domingos (Podemos), Mendonça Filho (DEM), Daniel Coelho (Cidadania), Coronel Alberto Feitosa (PSC), Carlos Andrade Lima (PSL) e Marco Aurélio (PRTB).

Armando disse que não é possível “medir” as decisões da oposição com “a mesma régua” usada para avaliar os movimentos feitos pelos partidos que atualmente compõem o governo do Recife.

“Querem às vezes medir o nosso campo com a mesma régua que se mede o campo situacionista hoje me Pernambuco. Na situação, há o que eu chamo de ordem unida, onde um aponta o dedo e diz quem é o candidato, atendendo muitas vezes até a critérios dinásticos, familiares. Mas no nosso campo não tem chefe, ou seja, você tem um conjunto de partidos, talvez 9, e que cada um tem a sua autonomia e pode se deter às suas preferências”, argumentou.

 

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