Declaração

Em pronunciamento, Presidente diz: “Nós respeitamos o teto de gastos. Queremos a responsabilidade fiscal”

Acompanharam Bolsonaro os presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O presidente Jair Bolsonaro fez na noite de hoje, dia 12 de agosto, declaração à imprensa na área externa do Palácio da Alvorada, residência oficial. Acompanharam Bolsonaro os presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), além dos ministros da Economia, Paulo Guedes; da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas; e do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho., Em pronunciamento, Presidente diz: “Nós respeitamos o teto de gastos. Queremos a responsabilidade fiscal”, Em pronunciamento, Presidente diz: “Nós respeitamos o teto de gastos. Queremos a responsabilidade fiscal”

“Nós respeitamos o teto de gastos. Queremos a responsabilidade fiscal, e o Brasil tem como ser daqueles países que melhor reagiu à crise”.

O teto de gastos virou o centro de uma disputa dentro do governo nas últimas semanas. Uma ala do governo defende um aumento de gastos com obras públicas e outros investimentos como forma de reaquecer a economia e pavimentar o caminho para a campanha de reeleição de Bolsonaro em 2022.

“Fizemos uma reunião onde as principais lideranças do Executivo e do Legislativo se fizeram presentes. Lamentamos a falta apenas do chefe do Supremo, por questões que justificam“, disse Bolsonaro.

A regra do teto de gastos foi aprovada pelo Congresso durante o governo Michel Temer, em 2016, e limita o crescimento dos gastos da União.

“E nós, em que pese o problema da pandemia, o Brasil está indo bem, a economia está reagindo. E nós aqui resolvemos então com essa reunião direcionar mais ainda as nossas forças para o bem comum daquilo que todos nós defendemos. Nós queremos o progresso, o desenvolvimento e o bem estar do nosso povo”, completou o presidente.

A regra do teto de gastos foi aprovada pelo Congresso durante o governo Michel Temer, em 2016, e limita o crescimento dos gastos da União.

Os pedidos por mais gastos em obras, furando o teto de gastos, são encabeçados pelos ministros do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e por ministros da ala militar.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem resistido às pressões. Ontem, subiu o tom e afirmou, sem citar nomes, que quem aconselha o presidente a “furar” a regra do teto de gastos estão levando Bolsonaro para uma zona de impeachment.

A fala de Guedes ocorreu horas depois do Ministério da Economia sofrer uma “debandada”, como avaliou o próprio ministro. As duas baixas recentes foram de Salim Mattar (Desestatização), que cuidava do plano de privatizações do governo, e Paulo Uebel (Desburocratização), responsável pela reforma administrativa, que busca reestruturar o serviço público.

Também estavam presentes o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO); o deputado Vitor Hugo (PSL- GO); o líder do Progressista na Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL); e o deputado Ricardo Barros (PP-PR), escolhido novo líder do governo no Congresso.

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