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Bolsonaro convida e Temer que é filho de libaneses aceita chefiar missão humanitária no Líbano

Em nota à imprensa, o ex-presidente afirmou estar “honrado” com o convite; "Quando o ato for publicado no Diário Oficial serão tomadas as medidas necessárias para viabilizar a tarefa", diz o texto.

O ex-presidente Michel Temer decidiu aceitar o convite do atual mandatário Jair Bolsonaro. Temer, que é descendente de libaneses, será o chefe da missão especial brasileira ao Líbano.

A ação ocorre após a explosão que atingiu o principal porto do país, na capital Beirute, na última terça-feira, dia 4 de agosto. Maiores detalhes sobre a comitiva serão acertados a partir de segunda-feira (10).

Em nota à imprensa, o ex-presidente afirmou estar “honrado” com o convite.

“Quando o ato for publicado no Diário Oficial, serão tomadas as medidas necessárias para viabilizar a tarefa”, declarou.

A medida é parecida com o que já ocorre nos Estados Unidos, onde ex-presidentes costumam liderar missões humanitárias. Com a presença de Temer, um ex-presidente da República com ascendência libanesa, a diplomacia brasileira quer dar maior relevância à missão.

A iniciativa também é vista como uma forma de as potências ocidentais recuperarem influência no Líbano, que nós últimos anos tem aprofundado relações com Irã, Síria e China.

Da redação do Portal com informações da Conexão Política

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