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Fernando Rodolfo: “Fazer quem trabalha bancar hospedagem de bandido na cadeia não é justo, bandido precisa pagar pela despesa que gera”

O deputado federal (PL-PE), declarou apoio à iniciativa do governo federal, que pretende privatizar os presídios brasileiros; “parabenizo o presidente [Bolsonaro] pela iniciativa”.

Fernando Rodolfo: “Fazer quem trabalha bancar hospedagem de bandido na cadeia não é justo, bandido precisa pagar pela despesa que gera”

Deputado federal Fernando Rodolfo/ Foto: Câmara dos deputados

Publicado em 1 de agosto de 2020 - 23:00

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O deputado Fernando Rodolfo (PL-PE) declarou, por meio de sua assessoria, apoio à iniciativa do governo federal, que pretende privatizar os presídios brasileiros. De acordo com o liberal, o projeto vai prever a obrigação de o preso ressarcir o Estado pelos gastos com sua manutenção, por meio de trabalho oferecido pelas penitenciárias.

Em live realizada no Instagram do Portal de Prefeitura, na noite da sexta-feira, 31 de julho, o parlamentar voltou a reafirmar o que pensa em conversa com Rodolfo Kosta, jornalista e radialista responsável pela redação do site. 

“Você viu cidadão de bem ser sustentado em casa? Eu não vi. Vejo milhares de brasileiros que acordam cedo, que trabalham duro para garantir o sustento das suas famílias. Isso é justo? Fazer quem trabalha bancar hospedagem de bandido na cadeia? Eu não acho. Por isso, parabenizo o presidente pela iniciativa. Bandido precisa trabalhar sim e pagar pela despesa que gera para o estado”, ressaltou o liberal.

Pela proposta do governo, as empresas irão construir fábricas dentro dos presídios e os detentos que trabalharem, terão o benefício da redução da pena: a cada três dias de trabalho reduz um da pena. 

Além disso, eles receberão remuneração, que não pode ser menor que um salário mínimo. Parte desse dinheiro ajudará a manter o sistema, pagando por hospedagem e alimentação, por exemplo.

Para o deputado, esta também é uma eficiente forma de ressocialização. “Sabemos que a situação carcerária é precária, com superlotação e alto custo, com o modelo de Parceria Público Privada podemos inverter esse cenário e dar uma oportunidade a eles de aprenderem uma profissão”, conclui o parlamentar.

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