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Aliados de Túlio Gadêlha criticam posicionamento de Isabella de Roldão em querer ser candidata do Recife

Os apoiadores do já pré-candidato a prefeito, protocolaram um pedido na secretaria geral do PDT em Recife, para que grupo de Isabella deixe a gestão do prefeito atual, caso ela queira ser a candidata pelo partido.

Depois da ex-vereadora Isabella de Roudão colocar seu nome à disposição para ser a candidata do PDT na prefeitura do Recife, aliados do já pré-candidato a prefeito, Túlio Gadêlha, dizem que ela deve entregar “os cargos na prefeitura”. O pedido foi protocolado na secretaria geral do partido no Recife. u

O primeiro a se manifestar contra ao posicionamento de Isabella foi o ativista Pedro Josephi, apoiador de Túlio. Ele disse que filiados e militantes do PDT ficaram surpresos com o anúncio de Isabella ao colocar-se como possível candidata nas eleições.

“O conjunto de filiados e militantes do PDT, inclusive nosso presidente nacional, recebeu com espanto a divulgação de uma possível candidatura de Isabella de Roldão à prefeitura do Recife. Da mesma forma que a candidatura do PDT em Caruaru que não seja de Zé de Queiroz espantaria. A notícia, no entanto, muito nos alegra porque deixa claro que todos os setores do partido avaliam como importante uma candidatura própria do PDT na cidade”, dissecc por meio de nota.

Ele complementa ainda que seria “mais coerente” que o grupo de Isabella deixe a gestão municipal do Recife. “Isabella foi vice de Maurício Rands, em 2018, como oposição ao PSB estadual também. Mas, avalio que seria mais coerente e honesto com o povo recifense que todo o seu grupo deixe a gestão do prefeito atual”. O ativista frisou que nome de túlio já foi escolhido pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi e Ciro Gomes.

Disputa

Isabella de Roldão declarou que queria ser candidata a prefeita do Recife pelo PDT, um dia após de Túlio confirmar a pré candidatura. Ela, que já foi também secretária de Habitação da Prefeitura do Recife, questionou o projeto de Túlio, o qual definiu como “vaidade e machismo”.

“Estou para somar, mas não corroboro com projetos de vaidade, eu apoio projetos coletivos. Até 15 dias atrás, ele estava isolado em outro estado e volta agora dizendo que é candidato. As discussões deveriam ser coletivas e não individuais”, criticou.

A crítica se estendeu mais ainda ao fato de que o nome de Isabella não foi o escolhido para disputar as eleições.

“Quem me tirou dessa disputa da pré-candidatura? Quem me disse isso? Por que não sou eu a candidata? Quando não há conversa, a gente não consegue avançar. Em vez de estarmos nos unindo forças, estamos nos apegando as diferenças e não está avançando”, confrotou.

 

 

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