Determinação

Maduro expulsa embaixadora da União Europeia após o bloco anunciar restrições ao governo venezuelano

Maduro viu como ameaças as medidas da UE contra 11 integrantes do governo venezuelano.

Maduro expulsa embaixadora da União Europeia após o bloco anunciar restrições ao governo venezuelano

Líder venezuelano-Nicolás Maduro. Foto: Federico Parra/AFP

Publicado em 30 de junho de 2020 - 12:11

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, determinou, nesta segunda-feira (29), a expulsão da embaixadora da União Europeia (UE) no país, Isabel Brilhante Pedrosa. A ação de Maduro ocorreu depois que a UE anunciou sanções contra 11 integrantes do governo venezuelano.

 “Quem são eles para tentar se impor com ameaças? Chega! Decidi dar 72 horas à embaixadora da União Europeia em Caracas para que deixe nosso país. Basta do colonialismo europeu contra a Venezuela!”, ordenou o presidente.

As sanções da embaixadora punem funcionários do governo que desencadearam ações contra o funcionamento democrático da Assembleia Nacional. As sanções miram em Luis Parra, autoproclamado presidente da Assembleia Nacional e que detém apoio de de parlamentares que estão do lado de Maduro.

Além de Parra, o conselho Europeu colocou sanções contra José Gregorio e Franklyn Duarte, ambos vice-presidente da Assembleia.

Mesmo tendo expulsado a embaixadora e equipe da UE da Venezuela, Maduro ofereceu ajuda de voo para delegação voltar à Europa. Na opinião de Maduro, tais medidas não respeitam a Venezuela.

“Deve-se respeitar a Venezuela em sua integridade, como nação, como instituição”, afirmou o mandatário.

De acordo com Conselho Europeu, essas medidas afetam individualmente os 11 alvos das sanções, não prejudicando assim a população venezuelana.

 “A UE continuará trabalhando para impulsionar uma solução democrática pacífica na Venezuela através de eleições legislativas inclusivas e confiáveis”,

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