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No 1º mandato, Bolsonaro editou mais decretos do que Lula, Dilma e FHC

Bolsonaro só perde para o 1° ano de Collor, que, em 1990, bateu todos os recordes, com 1.186 atos.

O atual governo do presidente Jair Bolsonaro editou 536 decretos no 1º ano de mandato. São 129 atos a mais que os publicados no mesmo período por Fernando Henrique Cardoso, 154 a mais que Luiz Inácio Lula da Silva e 297 a mais em relação a Dilma Rousseff.

Os decretos assim como as portarias mexem na administração pública, mas não são votados pelo Legislativo. Ministros sem força na relação com congressistas optam por essa alternativa para mudar a estrutura do governo.

Foi o caso de Abraham Weintraub, que, como último ato, assinou portaria que acabou com o incentivo a cotas para negros e indígenas nas universidades. Neste caso, o texto foi revogado cinco dias depois pelo ministro interino, Paulo Vogel.

No meio ambiente, há decretos que facilitaram pagamentos de multas e a extinção de comitês de proteção de biomas. Na parte da Segurança, há 14 atos que ampliaram a posse e o porte de armas.

Na página do Planalto é possível analisar cada uma das revogações, que vão de 2018 a 1903.

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