Petrolina

Prefeitura de Petrolina diz que operação “Ripstop” não cumpriu mandado em suas instalações

A nota relata que a investigação em questão teve início em 2019 e, portanto, não guarda relação alguma com os atos de gestão e combate à pandemia da covid-19.

Em nota, a Prefeitura de Petrolina esclareceu que a operação “Ripstop”, deflagrada pela Polícia Civil na manhã da terça-feira (16), não cumpriu nenhum mandado em suas instalações.

Operação deflagrada pela Polícia Civil ocorreu nos municípios do Recife, Olinda, Paulista e Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, e em Petrolina, no Sertão.

O comunicado ressalta ainda que as informações apresentadas revelam que a investigação em questão teve início em 2019 e, portanto, não guarda relação alguma com os atos de gestão e combate à pandemia da covid-19.

Acompanhe a nota na íntegra

“A Prefeitura de Petrolina esclarece que a operação “Ripstop”, deflagrada pela Polícia Civil na data de hoje, não cumpriu nenhum mandado em suas instalações.

Importante registrar que as informações apresentadas revelam que a investigação em questão teve início em 2019 e, portanto, não guarda relação alguma com os atos de gestão e combate à pandemia da covid-19.

De logo, há de ser ressaltado que os atos da empresa investigada, no que tange à sua participação em certame licitatório em 2018, já foram analisados pelo corpo técnico do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, tendo consignado que, além de ser um contrato inferior a R$ 2 milhões, inexistiu dano ao erário público e as irregularidades apontadas são de única responsabilidade da empresa investigada.

A Prefeitura de Petrolina mantém-se à disposição para prestar todo e qualquer esclarecimento.”

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