Inelegíveis

Prefeito e vice-prefeito de Agrestina têm mandatos cassados pelo TRE-PE

Ambos foram condenados por contratações ilegais de funcionários na prefeitura.

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou, nesta quinta-feira (4), a cassação dos mandatos do atual prefeito do município de Agrestina, Thiago Nunes, e do vice-prefeito José Pedro da Silva, ambos por abuso de poder político.

Os dois perderam os direitos políticos e ficarão inelegíveis até 2024. O TRE-PE acatou parcialmente o recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE). Thiago Nunes e o vice José Pedro da Silva, mais conhecido como Zito da Barra, foram condenados devido a contratações ilegais de funcionários em 2016, ano em que se elegeram como prefeito e vice-prefeito de Agrestina.

Diante da decisão do TRE-PE, a Câmara dos Vereadores do município deve realizar uma eleição indireta para escolher os novos prefeito e vice da cidade.

Em nota, a assessoria dos políticos informou que o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco ofereceu o recurso interposto pelo Ministério Público Eleitoral, reformando a sentença proferida pelo juiz de Agrestina, que julgou improcedente o presente Ação Eleitoral.

A Assessoria Jurídica do prefeito Thiago Nunes, vem esclarecer na tarde desta quinta-feira dia 04 de junho de 2020, o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco ofereceu o recurso interposto pelo Ministério Público Eleitoral, reformando a sentença proferida pelo juiz de Agrestina, que julgou, na primeira instância, improcedente o presente Ação Eleitoral.

Nenhum entendimento do Corte, como contratações executadas pela Prefeitura de Agrestina no ano de 2016, entre temporários, comissionados e voluntários foram ilegais e justificáveis ​​por si ou o afastamento do Prefeito e do Vice-Prefeito Eleitos no Pleito de 2016 pela eleição soberana das urnas.

Por meio de suas assessorias, o Prefeito Thiago Nunes e o Vice, Zito da Barra, informa as pessoas que tomam decisões judiciais, mas as que julgam a Justiça e o Tribunal Superior Eleitoral para onde serão remetidas o Recurso Especial, onde as pessoas esperam que sejam as mais altas cortes eleitorais do país realizar, como praxe, uma justiça legal mais perigosa que tenha sido condenada por perturbação ao apropriar-se de bens públicos, mas, principalmente, por terem dado oportunidade, trabalho e dignidade ao povo agrícola.

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