Armamento

Deputada Clarissa Tércio defende posse de armas

A deputada alega que existe base bíblica para posse de arma. Disse ainda que, diante de um assalto, seria ridículo empunhar apenas a Bíblia

Deputada Clarissa Tércio defende posse de armas

Clarissa Tércio, deputada estadual (PSC-PE). Foto: Reprodução/Rede Social.

Publicado em 31 de maio de 2020 - 14:40

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A defesa de que a população se arme, feita pelo presidente Jair Bolsonaro na reunião ministerial de 22 de abril, gerou discussão na última quinta (28), durante a Reunião Plenária da Alepe. O debate, suscitado pelo deputado Tony Gel (MDB), girou em torno do apoio de segmentos religiosos cristãos à medida. Após o questionamento, a deputada Clarissa Tércio (PSC) manifestou-se favoravelmente à pauta, em pronunciamento no Grande Expediente.

Clarissa Tércio, por sua vez, citou critérios que restringem a posse (permissão para adquirir) de armas e o porte (autorização para andar ou utilizar o armamento), ao se posicionar a favor da medida apresentada pelo presidente. “Digo aos que defendem o desarmamento que abram mão dos seguranças e passeiem em lugares cheios de bandidos armados”, disse. “Quando o crente fala que a arma é a Bíblia, está tratando do mundo espiritual. Na hora do assalto, ninguém é tão ridículo a ponto de usar a Bíblia pra se defender.”

A parlamentar citou passagens do Velho e do Novo Testamentos que abordam a questão.

“Jesus, quando os comerciantes estavam no templo, chegou invocado, e não chegou nem com uma Bíblia nem com uma pombinha. Chegou com um azarrague, um chicote, que era como se fosse uma pistola, uma arma da época. E saiu expulsando os comerciantes. Os pacificadores estão dispostos a ir à guerra pela paz”, disse.

“A Bíblia me dá todo embasamento para que eu possa me defender”, afirmou Tércio.

 

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