Perseguição

Vice-prefeito do Cabo alega perseguição política de Lula Cabral em exoneração de assessores

O vice-prefeito do Cabo, Keko do Armazém, teve três assessores exonerados de seu gabinete na manhã desta terça feira (26).

O vice-prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Keko do Armazém, afirmou que teve três assessores exonerados de seu gabinete na manhã desta terça feira (26) e alega perseguição política do atual gestor Lula Cabral na exoneração dos assessores.

A informação foi publicada no Diário Oficial dos Município e, segundo Keko, o pedido de exoneração foi realizado pelo atual gestor do município, Lula Cabral, em retaliação aos constantes pronunciamentos contra à administração pública feitos à imprensa e em suas redes sociais.

“Essa é uma atitude clara de quem está desesperado. Ele só esqueceu que esses cargos estão previstos em lei, mas como sua vida é transgredi-las, ele praticou mais uma das suas perseguições. Vamos ingressar com pedido ao MPPE para que se cumpra o que é previsto na Lei Orgânica do município”, disse Keko.

“Tenho direito a sete cargos em meu gabinete. Logo que retornou de sua passagem pelo Cotel, ele nomeou apenas cinco dos assessores e agora exonera mais três. Se ele pensa que me intimida com tal atitude, aconteceu o inverso, estou mais forte e motivado. Tenho a certeza que estamos no caminho certo”, concluiu.

Keko do Armazém é pré-candidato a prefeito nas eleições municipais pelo Partido Liberal (PL), e têm se posicionado contra a administração de Lula Cabral no combate ao COVID-19.

“A cidade possui altos índices de mortalidade pelo novo coronavírus e ao que parece, os hospitais de campanha é na realidade uma campanha política, pois custaram mais de R$ 2,5 milhões de reais e não atendem a população. Enquanto isso, ele segue lavando ruas, comprando sem licitação e demitindo funcionário para me calar”, finalizou.

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