Denúncia

Vídeo: Ex-servidores denunciam possíveis fraudes dentro da Prefeitura de Camaragibe

Após tentarem realizar a solicitação do auxílio emergencial do Governo Federal, o benefício foi negado por constar que eles ainda estavam empregados no órgão público. 

Vídeo: Ex-servidores denunciam possíveis fraudes dentro da Prefeitura de Camaragibe

Ex-servidores de Camaragibe. Foto: Captura/TV Clube

Publicado em 20 de maio de 2020 - 16:42

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Os ex-servidores da Prefeitura de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, denunciam possíveis fraudes no recebimento do salário. Denunciantes suspeitam que os salários continuam sendo recebido por pessoas dentro do Executivo municipal.

Para a Caixa Econômica Federal, através do Dataprev, consta que os ex-servidores da cidade ainda estão empregados, portanto, não se enquadram nos requisitos mínimos para receber o auxílio. Um dos denunciantes, em mensagem enviada ao Portal de Prefeitura,  informou que não havia pegado o contrato de rescisão porque “toda vez que eu ia lá, a menina do RH dizia que a prefeita ainda não tinha assinado o contrato. Fui demitido em fevereiro e ainda não peguei meu contrato de demissão”, disse o homem, que preferiu não se identificar.

A Prefeitura respondeu a um dos prejudicados que já estavam cientes do ocorrido e colocaram a culpa no processamento da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). “Em atenção ao seu pedido, informo que já estamos cientes do ocorrido, e que acreditamos ser um problema de processamento da Rais ano base 2019 que não foi feito pelo Ministério da Economia. Estamos buscando mais informações com a Caixa Econômica sobre qual seria o procedimento que você ex-servidor deve adotar”, enviou o órgão para o ex-servidor.

Reprodução

Posteriormente foi indicado que o cancelamento do contrato já havia sido informado ao governo federal e desta vez acusou um possível erro do Ministério da Economia. “O cancelamento do seu contrato foi informado ao Governo Federal no momento em que ocorreu, e a Rais de 2019 também foi enviada dentro do prazo. Acreditamos ter ocorrido algum erro no processamento pelo Ministério da Economia”, justificou a Prefeitura.

Veja o vídeo:

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