Palavras Duras

João Campos e Tabata Amaral criticam demissão de Mandetta: “basta demonstrar um mínimo de eficiência para ser exonerado”

João Campos questionou a decisão de Bolsonaro e afirmou que “quem não promove a morte, a destruição e a desigualdade não serve” para o presidente.

Os deputados federais João Campos (PSB) e Tabata Amaral (PDT) criticaram nessa quinta-feira (16), em suas contas no Twitter, a saída do ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM). O casal elogiou o trabalho do ex-chefe da pasta durante o tempo que ocupou  o cargo. João questionou a decisão tomada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e indagou: “que capitão mudaria o líder de sua tropa em meio a uma guerra (crise) mundial? A única resposta que (infelizmente) cabe: Bolsonaro.

O deputado ainda classificou a atitude como “preocupante” e afirmou que o motivo da demissão foi “inveja do protagonismo assertivo do ministro em seguir os protocolos da OMS. Vergonha desse presidente”, finalizou João.

A paulista Tabata Amaral declarou que, ao fim do mandato, Bolsonaro será lembrado como o presidente que demitiu o ministro da Saúde uma pandemia, “por pura vaidade”. A parlamentar disse esperar que o próximo ministro “seja lembrado por ter colocado a vida das pessoas antes do seu cargo, ouvido cientistas e continuado o bom trabalho do Mandetta”.

Um pouco depois, em outro tweet João foi ainda mais enfático  contra o presidente. “No governo Bolsonaro, basta demonstrar um mínimo de eficiência para ser exonerado. Quem não promove a morte, a destruição e a desigualdade não serve. O projeto deles é governar para as ruínas”.

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