Operação

Força-tarefa em operação conjunta barra esquema de R$ 1 bilhão de sonegação fiscal em oito estados

Operação conjunta da Receita Federal, Ministério Público e Receita estaduais, com a participação das policiais civis e militares de oito estados.

Força-tarefa em operação conjunta barra esquema de R$ 1 bilhão de sonegação fiscal em oito estados

Ação conjunta na Operação Quem Viver Verá/ Foto: Ministério Público/Reprodução

Publicado em 10 de março de 2020 - 12:13

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Ação conjunta na Operação Quem Viver Verá/ Foto: Ministério Público/Reprodução

Uma operação conjunta da Receita Federal, Ministério Público e Receita estaduais, com a participação das policiais civis e militares de oito estados, deflagrou na manhã desta terça-feira (10) uma operação, batizada de ‘Quem viver verá’ em oito estados  para combater a sonegação de R$ 1 bilhão anuais em impostos.

A operação tem como meta, de acordo com a força-tarefa, desmantelar um milionário esquema de sonegação de tributos comandado por corretores de milho, soja e feijão, envolvendo dezenas de empresas noteiras situadas em diversos estados da federação.

A operação contempla 109 alvos, entre pessoas físicas e jurídicas, com mandados de busca e apreensão e quebra de sigilo bancário e telemático.

  • 73 em Minas Gerais
  • 15 em Goiás
  • 9  em São Paulo
  • 5 no Distrito Federal
  • 2  no Paraná
  • 2 na Bahia
  • 1  no Rio de Janeiro
  • 1 no Rio Grande do Sul

A operação dessa terça-feira  (10) está em sua  2ª fase. As investigações foram iniciadas em 2017 pela Equipe de Combate a Fraudes da Receita Federal (RFB) em,  Minas, visando combater a “farra da nota fria”no setor de grãos do estado.

No início das investigações, conforme a força-tarefa,  foi identificado um significante polo de noteiras de grãos na região de Unaí e, após um minucioso trabalho de mapeamento dessas noteiras e das pessoas a elas relacionadas, foi deflagrada, em novembro de 2018, a Operação Ceres, nas cidades de Unaí, Paracatu, Guarda-Mor, Belo Horizonte e Contagem, além de Formosa, em Goiás, e São Paulo, capital.

Para os responsáveis pela investigação, o objetivo é desarticular  e punir organização criminosa, envolvendo produtores rurais, contadores, operadores de empresas de fachada e empresários, que há anos fraudavam os fiscos, com uma movimentação estimada de R$ 1 bilhão por ano em notas frias.

 

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