Comprovação

Bolsonaro diz ter provas de que foi eleito em primeiro turno e que houve fraude nas eleições 2018

O voto impresso foi umas das principais bandeiras de campanha de Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2018.

Bolsonaro diz ter provas que venceu em primeiro turno
Bolsonaro diz ter provas que venceu em primeiro turno/ Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse ter provas de que foi eleito em primeiro turno nas eleições presidenciais de 2018. A declaração aconteceu durante evento em Miami, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (9).

“Pelas provas que tenho nas minhas mãos, que vou mostrar brevemente, fui eleito em primeiro turno, mas, no meu entender, houve fraude”, disse Bolsonaro.

“Nós precisamos aprovar no Brasil um sistema seguro de apuração de votos”, acrescentou.

O voto impresso foi umas das principais bandeiras de campanha de Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2018. Em um vídeo gravado por ele enquanto presidenciável, em 16 de setembro daquele, ele disse que a possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas era “concreta”.

A fala de 15 minutos foi transmitida ao vivo do hospital em que Bolsonaro se encontrava internado após sofrer um atentado a faca em 6 de setembro de 2018. O vídeo foi depois publicado no canal oficial dele no YouTube e também em seu perfil no Facebook.

“A grande preocupação não é perder no voto, é perder na fraude. Então, essa possibilidade de fraude no segundo turno, talvez no primeiro, é concreta”, disse Bolsonaro no vídeo, no qual fez ainda críticas ao PT e a Lula. “O PT descobriu o caminho para o poder: o voto eletrônico”, afirma o presidenciável, novamente sugerindo fraude nas urnas.

O PT ingressou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo direito de resposta contra Bolsonaro, o que foi negado pelo plenário da Corte. Os ministros, contudo, resolveram acatar a solicitação para que o vídeo fosse retirado do ar. O entendimento prevalecente foi o de que a fala foi além do direito de crítica, ao buscar abalar a credibilidade da Justiça Eleitoral.

O voto impresso foi umas das principais bandeiras de campanha de Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2018. Em um vídeo gravado por ele enquanto presidenciável, em 16 de setembro daquele, ele disse que a possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas era “concreta”.

A fala de 15 minutos foi transmitida ao vivo do hospital em que Bolsonaro se encontrava internado após sofrer um atentado a faca em 6 de setembro de 2018. O vídeo foi depois publicado no canal oficial dele no YouTube e também em seu perfil no Facebook.

“A grande preocupação não é perder no voto, é perder na fraude. Então, essa possibilidade de fraude no segundo turno, talvez no primeiro, é concreta”, disse Bolsonaro no vídeo, no qual fez ainda críticas ao PT e a Lula. “O PT descobriu o caminho para o poder: o voto eletrônico”, afirma o presidenciável, novamente sugerindo fraude nas urnas.

O PT ingressou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo direito de resposta contra Bolsonaro, o que foi negado pelo plenário da Corte. Os ministros, contudo, resolveram acatar a solicitação para que o vídeo fosse retirado do ar. O entendimento prevalecente foi o de que a fala foi além do direito de crítica, ao buscar abalar a credibilidade da Justiça Eleitoral.

Segundo turno

Bolsonaro obteve 55,13% dos votos válidos, conquistando 57.796.986 votos. Fernando Haddad (PT) teve 44,87% dos votos, o equivalente a 47.038.963 votos.

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, anunciou, por volta das 20h10 de 28 de outubro de 2018, que Bolsonaro estava matematicamente eleito novo presidente do Brasil. Segundo a ministra, o resultado da eleição foi definido às 19h18, com 94,44% das urnas apuradas.

A diferença entre os dois candidatos foi superior a 10,7 milhões de votos.

As abstenções somaram 21,3% (31,3 milhões de votos). Votos brancos foram 2,14% (2,4 milhões de votos) e nulos, 7,43% (8,6 milhões de votos).

Com esses resultado, Bolsonaro teve a terceira menor vitória no segundo turno desde a redemocratização. Ele venceu com vantagens maiores apenas que a de Fernando Collor de Mello, em 1989 (53,03%), e da reeleição de Dilma Rousseff, em 2014 (51,64%).

Da redação do Portal com informações da Agência Brasil

Deixe seu comentário

WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
Enviar Mensagem
Entre no Grupo de WhatsApp do Portal